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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Ocorrências > Bolsonaro redigiu “minuta do golpe” para impedir posse de Lula, aponta PF
Ocorrências

Bolsonaro redigiu “minuta do golpe” para impedir posse de Lula, aponta PF

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 19 de novembro de 2024, 14:36
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A Polícia Federal revelou que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi quem redigiu, ajustou e “enxugou” a chamada “minuta do golpe”.

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O documento propunha uma intervenção no Poder Judiciário para impedir a posse do presidente eleito Lula (PT) e convocar novas eleições.

Além disso, a investigação aponta que militares de elite participaram de um plano para realizar um golpe de Estado em 2022.

O grupo, além de tentar impedir a posse, chegou a discutir a possibilidade de assassinar Lula.

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Reuniões estratégicas com militares

De acordo com o relatório da PF, Bolsonaro se reuniu em 9 de dezembro de 2022 com o general Estevam Cals Theofilo, então comandante do Exército Brasileiro.

O encontro serviu para tratar do apoio militar necessário à execução do golpe.

Mensagens analisadas mostram que Bolsonaro enfrentava pressões de deputados aliados para “tomar uma medida mais pesada”.

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Em uma dessas mensagens, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, relatou que o ex-presidente teria “enxugado o decreto”, deixando-o mais objetivo e direto.

Operação Contragolpe

Na terça-feira (19), a PF deflagrou a Operação Contragolpe com o objetivo de desarticular a organização criminosa responsável pelo esquema golpista.

A ação contou com autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O plano, denominado “Punhal Verde e Amarelo”, previa os assassinatos de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes.

Alvos da operação

A PF identificou militares da ativa e da reserva, além de um policial federal, como participantes do plano.

  • Coronel Hélio Ferreira Lima: Comandava a 3ª Companhia de Forças Especiais em Manaus. Foi destituído do cargo em fevereiro de 2024.
  • General Mário Fernandes: Ex-ministro interino da Secretaria-Geral e atualmente assessor do deputado Eduardo Pazuello.
  • Major Rafael Martins de Oliveira: Integrante das Forças Especiais do Exército, acusado de negociar R$ 100 mil com Mauro Cid para financiar a ida de manifestantes a Brasília.
  • Major Rodrigo Bezerra de Azevedo: Oficial investigado por participação no planejamento.
  • Policial federal Wladimir Matos Soares: Preso preventivamente pela PF.

Durante a operação, a PF realizou:

  • 5 mandados de prisão preventiva;
  • 3 mandados de busca e apreensão;
  • 15 medidas cautelares diversas, todas autorizadas pelo STF.

Com a operação, as investigações avançam para identificar outros envolvidos.

Plano para assassinatos de Lula, Alckmin e Moraes foi discutido na casa do general Braga Netto, diz PF

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