Uberlândia alcançou posição de destaque no Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades – Brasil (IDSC-BR), ao ocupar o segundo lugar no ranking nacional e a primeira colocação em Minas Gerais no desempenho geral de sustentabilidade.

No levantamento mais recente, o município superou 80 pontos — em uma escala de até 100 — em indicadores estratégicos como Água Potável e Saneamento, Energia Acessível e Limpa e Proteção da Vida Marinha, todos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
O resultado posiciona Uberlândia entre as cidades mais bem avaliadas do país em sustentabilidade urbana e qualidade de vida. O desempenho é atribuído, em grande parte, aos avanços estruturais conduzidos pelo Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae), responsável por políticas e investimentos contínuos na área ambiental.
Segundo o diretor-geral do Dmae, Rodrigo Lacerda, a pontuação reflete planejamento de longo prazo e ações consistentes. “É o reconhecimento de um trabalho permanente, com foco em garantir água de qualidade, ampliar o saneamento e implementar políticas ambientais que impactam diretamente a população. Os indicadores mostram que a cidade segue no rumo certo, com responsabilidade e visão de futuro”, afirmou.
O IDSC-BR avalia municípios brasileiros a partir de critérios como saneamento básico, acesso à água, saúde, educação, redução das desigualdades e preservação ambiental. Nesse contexto, as iniciativas do Dmae — desenvolvidas conforme diretrizes da administração municipal — tiveram papel decisivo para o resultado alcançado.
Entre as ações destacadas estão a modernização dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, programas de coleta seletiva e compostagem, projetos de educação ambiental, economia circular, créditos de carbono e parcerias com instituições públicas, privadas e do terceiro setor. As medidas contribuem para reduzir impactos ambientais e ampliar o acesso a serviços essenciais.
O desempenho no ranking nacional consolida Uberlândia como referência em sustentabilidade no Brasil e reforça o papel do Dmae na construção de uma cidade mais eficiente, equilibrada e preparada para os desafios ambientais dos próximos anos.
