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Acontece

Uberlândia registra média de 46 órfãos por ano desde 2021, apontam cartórios

O estudo mostra ainda que a pandemia de Covid-19 teve impacto significativo na orfandade no município, sendo responsável por ao menos um terço dos casos em 2021.

Jornalista Tainá
Por
Tainá Camila
Jornalista Tainá
PorTainá Camila
Bacharel em Jornalismo, repórter e redatora especializada em conteúdo policial e criminal.
Publicado 29 de novembro de 2024, 14:29
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Um levantamento inédito realizado pelos Cartórios de Registro Civil de Minas Gerais revelou que, desde 2021, Uberlândia registra, em média, 46 crianças e adolescentes órfãos por ano.

O estudo mostra ainda que a pandemia de Covid-19 teve impacto significativo na orfandade no município, sendo responsável por ao menos um terço dos casos em 2021.

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Segundo o relatório, 14 crianças e adolescentes perderam pelo menos um dos pais devido à Covid-19 em 2021, de um total de 45 órfãos registrados naquele ano.

A análise utilizou dados consolidados a partir do cruzamento de CPFs nos registros de óbitos e nascimentos, o que permitiu a identificação exata do número de crianças e adolescentes que perderam um dos pais.

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Cenário de orfandade em Uberlândia

O levantamento, consolidado pelo Sindicato dos Oficiais de Registro Civil de Minas Gerais (Recivil), revelou um panorama preocupante para os anos seguintes:
• 2021: 45 crianças órfãs, com 14 casos ligados à Covid-19.
• 2022: 34 registros de orfandade.
• 2023: Aumento para 40 casos.
• 2024 (até outubro): 68 órfãos, já superando o recorde anual anterior.

Genilson Gomes, presidente do Recivil, destacou a importância dos dados para entender o impacto social da orfandade.

“O cruzamento dos registros de óbitos e nascimentos com a implementação do CPF como identificador único nos permite oferecer à sociedade e ao poder público um panorama da orfandade em Minas Gerais, algo essencial para o planejamento de políticas públicas voltadas à proteção dessas crianças e adolescentes.”

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Impacto da pandemia e doenças correlacionadas

Desde 2019, a Covid-19 e suas consequências deixaram pelo menos 17 crianças órfãs em Uberlândia, número que pode chegar a 27 ao incluir doenças correlacionadas, como insuficiência respiratória e causas indeterminadas.

Além disso, doenças como infarto, AVC, sepse e pneumonia, que tiveram aumentos significativos durante a pandemia, também contribuíram para o número de óbitos entre pais de crianças e adolescentes.

Políticas públicas e apoio necessário

O aumento no número de órfãos em Uberlândia reforça a necessidade de iniciativas de apoio social, psicológico e financeiro para crianças e adolescentes que enfrentam a perda de um dos pais.

Organizações sociais e o poder público podem usar os dados do Recivil para criar programas de assistência voltados a essas famílias.

Os números refletem não apenas as consequências diretas da Covid-19, mas também o impacto prolongado da pandemia na saúde pública e no bem-estar social.

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