Logomarca do regionalzão, Branca com faixa laranja por baixo Logomarca do regionalzão, Branca com faixa laranja por baixo
  • ÚLTIMAS
  • CIDADES
    • UBERLÂNDIA
    • UBERABA
    • ITUIUTABA
    • ARAGUARI
  • PODER
  • ECONOMIA
  • AGRO
  • ESPORTES
  • OCORRÊNCIAS
  • COLUNISTAS
    • ADELINO JÚNIOR
    • ELÓI NAVES
    • ISMAR GOMES
    • JAIRO SILVA
    • CINDHI BELAFONTE
    • CRISTIANE GUIMARÃES
    • FABIANA BARCELOS
    • IGOR CASTANHEIRA
    • SIDNEY MORAES
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Regionalzão – Maior portal do interior de MinasRegionalzão – Maior portal do interior de Minas
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Ituiutaba
  • Uberaba
  • Araguari
Buscar...
  • ÚLTIMAS
  • CIDADES
    • UBERLÂNDIA
    • UBERABA
    • ITUIUTABA
    • ARAGUARI
  • PODER
  • ECONOMIA
  • AGRO
  • ESPORTES
  • OCORRÊNCIAS
  • COLUNISTAS
    • ADELINO JÚNIOR
    • ELÓI NAVES
    • ISMAR GOMES
    • JAIRO SILVA
    • CINDHI BELAFONTE
    • CRISTIANE GUIMARÃES
    • FABIANA BARCELOS
    • IGOR CASTANHEIRA
    • SIDNEY MORAES
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Siga-nos
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Ituiutaba
  • Uberaba
  • Araguari
© [2026] Regionalzão Notícias. Todos os direitos reservados.
- ANÚNCIO -
Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Agro > China avalia limitar importações de carne bovina do Brasil
Agro

China avalia limitar importações de carne bovina do Brasil

Possível criação de cotas pode restringir exportações e acende alerta no setor pecuário, que tem o país asiático como principal destino da proteína

Eloi Naves
Por
Eloi Naves
Publicado 31 de dezembro de 2025, 6:00
Compartilhar

A China avalia a criação de um sistema de cotas para a importação de carne bovina, medida que pode impactar diretamente o Brasil, hoje o maior fornecedor da proteína ao mercado chinês. A sinalização foi feita por fontes ligadas às negociações comerciais entre os dois países e ocorre em meio a uma investigação conduzida pelas autoridades chinesas sobre os efeitos das importações no mercado interno.

ANÚNCIO

Segundo as informações, o modelo em estudo prevê a liberação de um volume determinado de carne bovina por país com isenção ou tarifa reduzida. A partir desse limite, o excedente passaria a ser taxado com alíquotas mais elevadas, o que, na prática, poderia limitar o crescimento das exportações brasileiras.

Investigação sobre impacto das importações

A possível adoção das cotas está ligada a uma investigação iniciada pela China para analisar se o aumento expressivo das importações de carne bovina nos últimos anos causou prejuízos à pecuária local. O levantamento considera dados de produção, consumo, preços e rentabilidade dos produtores chineses, além da evolução do volume de carne estrangeira no mercado interno.

Autoridades chinesas avaliam que a entrada intensa de proteína importada, especialmente do Brasil, contribuiu para a queda dos preços internos e pressionou as margens dos criadores locais, o que reforça o debate sobre medidas de proteção ao setor.

ANÚNCIO

Dependência do mercado chinês preocupa o setor

O Brasil tem na China seu principal comprador de carne bovina, concentrando parcela significativa das exportações do setor. Essa dependência faz com que qualquer mudança nas regras de acesso ao mercado chinês gere preocupação entre pecuaristas, frigoríficos e exportadores.

Entidades do setor avaliam que a imposição de cotas pode afetar o planejamento da produção, a formação de preços e a competitividade da carne brasileira no mercado internacional, além de reforçar a necessidade de diversificação de destinos para a proteína nacional.

Próximos passos

Até o momento, não há definição oficial sobre volumes, prazos ou critérios de distribuição das possíveis cotas entre os países exportadores. O governo brasileiro acompanha o tema de perto e mantém diálogo com as autoridades chinesas, buscando garantir previsibilidade ao comércio bilateral.

ANÚNCIO

A expectativa do mercado é que a China se manifeste oficialmente após a conclusão da investigação, o que deve ocorrer nos próximos meses. Até lá, o setor segue em alerta diante dos possíveis impactos da medida sobre um dos principais fluxos comerciais do agronegócio brasileiro.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ANÚNCIO

Leia também:

Pé de café carregado de frutos

Café ganha espaço no Triângulo Mineiro e deve ampliar produção na próxima safra

Eloi Naves
Eloi Naves
18 de janeiro de 2026, 22:40
Homem tira rede de pesca em rio

Quando acaba a piracema em Minas Gerais? Veja as datas e regras no estado

Eloi Naves
Eloi Naves
15 de janeiro de 2026, 21:18

Safra de grãos em MG deve chegar a 18,47 milhões de toneladas em 2025/26, diz Conab

Eloi Naves
Eloi Naves
15 de janeiro de 2026, 21:50
- ANÚNCIO -
Bem-vindo de volta!

Conecte-se à sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?