O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais alcançou pela primeira vez a marca de R$ 10 bilhões em carteira de crédito ativa. O resultado foi atingido antes do prazo inicialmente projetado pela instituição e teve o agronegócio como principal força de crescimento.
Nos últimos anos, o banco ampliou a participação no financiamento de produtores rurais, cooperativas e empresas ligadas ao setor agropecuário. A estratégia fez com que o volume de crédito voltado ao campo avançasse em ritmo superior ao restante da carteira.
O movimento acompanha o fortalecimento do agronegócio mineiro, que segue entre os principais responsáveis pela movimentação econômica do Estado. Com maior demanda por investimentos em máquinas, armazenagem, energia, irrigação e ampliação da produção, o setor passou a representar uma parcela cada vez mais relevante das operações do banco.
Além do agro, o BDMG também aumentou o financiamento para empresas de médio porte, projetos de infraestrutura e iniciativas ligadas à inovação e sustentabilidade. O banco afirma que o crescimento da carteira reflete uma política de expansão do crédito voltada ao desenvolvimento regional.
Desde 2022, a instituição acelerou o ritmo de concessões e ampliou os desembolsos anuais. O avanço da carteira veio acompanhado do fortalecimento das linhas de financiamento subsidiadas e da maior presença do banco no interior mineiro.
Segundo o BDMG, a expansão das operações ajudou a estimular investimentos privados, geração de empregos e circulação de renda em diferentes regiões do Estado.
O agronegócio segue como prioridade da instituição em 2026, especialmente em projetos ligados à modernização da produção, sustentabilidade e ganho de produtividade no campo.

