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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Agro > Minas investe em laboratório para ampliar controle da qualidade de bebidas alcoólicas
Agro

Minas investe em laboratório para ampliar controle da qualidade de bebidas alcoólicas

Novo laboratório reforça fiscalização após casos de contaminação de destilados e a histórica tragédia da Backer

Eloi Naves
Por
Eloi Naves
Publicado 26 de dezembro de 2025, 6:00
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Em resposta às crescentes preocupações com a segurança das bebidas alcoólicas consumidas no Estado, especialmente em um ano marcado por episódios graves de contaminação no país, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) anunciou um novo investimento para ampliar o controle da qualidade de bebidas em Minas Gerais.

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Com recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (FEPDC), viabilizados por meio do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o projeto prevê a aplicação de quase R$ 2 milhões na implantação de um Laboratório de Análise de Bebidas (LABE), que funcionará junto ao Laboratório de Química Agropecuária (LQA), instalado no CeasaMinas, em Contagem.

O objetivo é fortalecer a fiscalização, acelerar análises laboratoriais e garantir que bebidas alcoólicas comercializadas no Estado atendam aos padrões de identidade, qualidade e segurança, reduzindo riscos de fraude, adulteração e contaminação que possam colocar em risco a saúde dos consumidores.

Resposta a um ano de alertas sobre bebidas adulteradas

O investimento ocorre em um contexto de atenção redobrada das autoridades sanitárias. Em 2025, o Brasil registrou um surto de intoxicações causadas por metanol em bebidas destiladas, como vodca, whisky e gin. O metanol é uma substância altamente tóxica e proibida para consumo humano, podendo provocar cegueira, danos neurológicos severos e até a morte.

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Os episódios reforçaram a necessidade de monitoramento rigoroso da cadeia produtiva e comercial, além de ações preventivas para coibir a circulação de bebidas adulteradas no mercado formal e informal. Em Minas Gerais, o cenário acendeu alertas em órgãos de fiscalização e em entidades privadas, que chegaram a adotar medidas preventivas para restringir o consumo de destilados diante das suspeitas.

Lições deixadas pelo caso Backer

A ampliação do controle de qualidade também remete a um dos episódios mais emblemáticos da história recente da indústria de bebidas em Minas Gerais: o caso da Cervejaria Backer. Em 2020, lotes de cervejas produzidas pela empresa foram contaminados por substâncias tóxicas, provocando dezenas de intoxicações e a morte de consumidores.

O caso teve ampla repercussão nacional, expôs fragilidades nos sistemas de controle industrial e levou a mudanças na forma como o poder público e o setor produtivo passaram a encarar a fiscalização de bebidas. Mesmo anos depois, o episódio segue como referência da importância de mecanismos rigorosos de prevenção, rastreabilidade e análise laboratorial.

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Estrutura e atuação do novo laboratório

De acordo com o IMA, o novo laboratório permitirá reduzir o tempo entre a coleta das amostras e a liberação dos resultados, além de ampliar significativamente a capacidade de análise. A estrutura contará com equipe técnica especializada, formada por profissionais como químicos e farmacêuticos, e equipamentos específicos para identificar adulterações e substâncias irregulares em bebidas alcoólicas.

A iniciativa também fortalece as políticas públicas de proteção ao consumidor, ao mesmo tempo em que contribui para a credibilidade da produção legal de bebidas em Minas Gerais, importante setor da economia estadual.

Proteção ao consumidor e à economia mineira

Para o governo estadual, o investimento representa um avanço estratégico na defesa do consumidor e na preservação da imagem dos produtos mineiros. Ao reforçar o controle de qualidade, o Estado busca evitar novos episódios de contaminação, proteger a saúde da população e garantir um ambiente mais seguro e transparente para produtores, comerciantes e consumidores.

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