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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Agro > Pênis de boi vira item de luxo na China e reforça exportações da pecuária brasileira
Agro

Pênis de boi vira item de luxo na China e reforça exportações da pecuária brasileira

Vergalho bovino chega a valer até US$ 6 mil por tonelada no mercado externo

Eloi Naves
Por
Eloi Naves
Publicado 27 de janeiro de 2026, 6:00
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Enquanto no Brasil o destino mais comum é virar petisco para cães, no mercado asiático o pênis do boi passou a ocupar espaço relevante na cadeia de exportações da carne bovina. Conhecido comercialmente como vergalho bovino, o produto é exportado in natura e atende a uma demanda regular, especialmente da China, onde há tradição no consumo integral do animal.

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O Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) aponta que o item deixou de ser tratado como subproduto residual e passou a integrar, de forma contínua, a pauta de exportações do setor. O volume embarcado mantém média mensal entre quatro e cinco toneladas, com contratos firmes, rotina logística e exigências sanitárias específicas.

Segundo o gerente de marketing da SulBeef, Alan Gutierrez, em entrevista ao portal AgroExpresso, a exportação do pênis bovino não é pontual nem episódica. Trata-se de um mercado estruturado, com regularidade e previsibilidade. “Não é um pedido isolado ou algo exótico. Existe contrato, carimbo sanitário e constância”, afirmou.

A diferença de preços ajuda a explicar o interesse da indústria. No mercado interno, o pênis bovino costuma ser comercializado a cerca de R$ 21,00 por quilo, principalmente para a indústria de produtos pet. Já no mercado externo, especialmente na China, a tonelada pode alcançar até US$ 6 mil, o que representa aproximadamente R$ 32,00 por quilo, considerando a cotação atual.

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Para o diretor de Projetos do Imac, Bruno de Jesus Andrade, esse tipo de nicho revela uma pecuária mais organizada e alinhada ao mercado global. Segundo ele, ampliar o portfólio de produtos e destinos comerciais reduz riscos e fortalece toda a cadeia produtiva.

“É uma resposta ao que o mundo pede, inclusive por partes do animal que o Ocidente costuma ignorar. Diversificar produto e mercado fortalece a cadeia, porque nem só de carne nobre vive o churrasco”, avalia.

O avanço desse nicho reforça uma lógica cada vez mais presente no agronegócio brasileiro: quanto maior o aproveitamento do animal, maior a eficiência econômica da cadeia, especialmente em um cenário internacional competitivo.

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Nota: baseado em conteúdo publicado pelo portal AgroExpresso.

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