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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Agronegócio > Projeto na Assembleia de MG propõe ‘luz gratuita’ para pequenos produtores de leite
Agronegócio

Projeto na Assembleia de MG propõe ‘luz gratuita’ para pequenos produtores de leite

Programa 'Energia do Leite' prevê subsídio de 100% na conta para quem produz até 500 litros diários; benefício seria suspenso se rentabilidade do setor subir

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 26 de fevereiro de 2026, 17:21
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Um projeto de lei protocolado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) pretende criar um “porto seguro” energético para a base da pirâmide da pecuária leiteira no estado. Batizado de Programa Energia do Leite, o texto propõe que o Estado assuma o pagamento de até 100% da conta de luz de pequenos produtores rurais, focando exclusivamente no gasto com ordenha e resfriamento.

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A proposta (PL 5.095/2026), de autoria do deputado Hely Tarqüínio (PV), surge em um momento de pressão sobre as margens do setor. Minas Gerais é o maior produtor nacional, responsável por 9,8 bilhões de litros em 2024 (27,4% do total do país), mas enfrenta o desafio histórico da evasão de pequenos produtores devido aos altos custos fixos.

Para evitar que o programa se torne um subsídio irrestrito, o projeto estabelece critérios rígidos de elegibilidade:

  • Perfil: Produtores com produção média de até 500 litros diários.
  • Limite: O subsídio é restrito ao consumo de até 500 kWh mensais por propriedade.
  • Exclusividade: Válido apenas para unidades classificadas como “Subclasse Rural” com inscrição estadual ativa.

A engenharia financeira prevê que o Estado quite as faturas diretamente junto à Cemig, podendo compensar os valores por meio de créditos de ICMS.

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O diferencial técnico da proposta é o “gatilho de suspensão”. Diferente de subsídios perenes que pesam no Orçamento sem contrapartida de eficiência, o benefício seria interrompido automaticamente caso a rentabilidade líquida do setor supere 5% por dois meses consecutivos.

O parâmetro para esse cálculo seria o índice apurado pelo Conseleite-MG (Conselho Paritário Produtores/Indústrias de Leite), cruzado com o custo operacional medido pela Embrapa.

A medida funciona como um ‘seguro’ de sobrevivência em períodos de crise, sem se converter em gasto permanente”, defende o autor na justificativa do projeto.

A relevância do projeto é medida pela capilaridade do setor. Segundo dados da Emater-MG citados no texto, o estado possui mais de 234 mil produtores familiares dedicados ao leite. O setor gera cerca de 3,5 milhões de empregos diretos e indiretos em solo mineiro.

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Em cidades como Patos de Minas, um dos maiores polos produtores do estado com 226,9 milhões de litros anuais, o custo da energia é visto como um gargalo para a modernização. Manter o leite resfriado é uma exigência sanitária rigorosa; sem energia barata, o pequeno produtor perde o produto ou a qualidade, sendo empurrado para fora do mercado formal.

O projeto agora segue para análise das comissões de Constituição e Justiça, Agropecuária e Fiscalização Financeira antes de ir a plenário. Se aprovado, terá vigência inicial de 24 meses, com caráter emergencial e contracíclico.

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