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Entre Nós

Estudo mostra que falar mais de um idioma desacelera o envelhecimento

Cristiane Guimarães
Por
Cristiane Guimarães
Publicado 2 de dezembro de 2025, 17:36
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Pesquisa feita com 86 mil pessoas mostra os impactos do multilinguismo a longo prazo.

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Um estudo publicado na revista Nature Aging aponta que falar mais de um idioma pode trazer benefícios que vão além da comunicação e do enriquecimento cultural. Pesquisadores analisaram dados de 86 mil adultos entre 51 e 90 anos de 27 países europeus e descobriram que o multilinguismo está associado a um menor risco de envelhecimento acelerado, ou seja, pode ajudar o cérebro a envelhecer de forma mais saudável.

De acordo com o estudo, os indivíduos que falam mais de uma língua têm quase metade do risco de envelhecer de forma acelerada em comparação com os que falam apenas uma. Para a professora de inglês e designer de cursos da Casa Thomas Jefferson Bárbara Duarte isso acontece porque o aprendizado de línguas gera uma reserva cognitiva, atuando como um fator protetivo contra a degeneração. “Quando dominamos mais de um idioma – e não estou falando da fluência de nível nativo, mas sim do conhecimento funcional de frases-chave, aspectos da pronúncia e conjugações de verbos –, nosso cérebro precisa fazer um constante ‘malabarismo’ cognitivo. Não há uma chave liga/desliga para o ‘modo inglês’ ou ‘modo português’. O que acontece é uma seleção contínua e dinâmica entre os sistemas linguísticos. Esse processo de escolha e gerenciamento constante de informações é, por si só, um excelente exercício cerebral”, explica.

A especialista destaca que é o mesmo princípio da atividade física: para o músculo se desenvolver, além do exercício, ele precisa de alimento de qualidade: “No caso do cérebro, podemos até memorizar a gramática e o vocabulário, mas para que a ‘malhação’ seja completa e fortaleça o cérebro, precisamos alimentar essa nova capacidade linguística com cultura, arte, ciência, amizades e o contato com assuntos do mundo e da sociedade. A língua é o exercício, e o contexto é o alimento”, afirma. O resultado da pesquisa europeia vai de encontro a esse pensamento ao concluir que falar diferentes idiomas pode funcionar como uma espécie de treino mental contínuo, fortalecendo as redes cognitivas e ajudando o cérebro a lidar melhor com o passar do tempo.

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Apesar disso, o estudo não prova ainda uma relação direta de causa e efeito porque ainda não se sabe se falar várias línguas realmente retarda o envelhecimento ou se pessoas com cérebros mais saudáveis tendem a aprender mais idiomas. De toda forma, o estudo comprova que o aprendizado de várias línguas faz parte de um estilo de vida que favorece o envelhecimento saudável, ao lado de hábitos como praticar atividades físicas e manter interações sociais. E na prática, a professora pode perceber os benefícios do aprendizado no dia a dia dos alunos de diferentes idades. “Entre os adultos, observo um aumento progressivo da autoestima. Eles se sentem mais capazes e confiantes à medida que avançam no aprendizado. Para os adolescentes, o impacto é mais visível no desenvolvimento da maturidade e da tolerância. A cada aula, eles demonstram uma maior capacidade de lidar com temas complexos e controversos”, conta Bárbara.

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