O final do ano chega com novos contornos no tabuleiro político de Minas Gerais, marcados pela renovação. A última década trouxe uma ascensão de perfis mais jovens, conectados às redes sociais, com forte presença regional e capacidade de dialogar com públicos diversos.
A seguir, destacam-se dez lideranças que simbolizam essa nova geração e que já ocupam um papel central no debate público mineiro, sejam em disputas majoritárias ou como articuladores de possíveis alianças na corrida eleitoral de 2026:
Nikolas Ferreira (Deputado Federal): gigante na internet, tem potencial de garantir uma bancada de peso para sua sigla, o PL. Praticamente confirmada sua candidatura a deputado federal em 2026. Influência decisiva nos palanques estadual e nacional.

Mateus Simões (Vice-Governador): perfil técnico, reconhecido por sua gestão. Nome ideal para atrair o voto moderado e empresarial. Pode ser protagonista em disputa majoritária estadual. Natural candidato a governador com capacidade de unir centro, centro-direita e direita.

Cleitinho (Senador): forte candidato para liderar ou apoiar majoritária do campo conservador em Minas. Se destaca pela comunicação simples e efetiva; cativa o eleitor popular e jovem. Diante de denúncias de possíveis esquemas de corrupção, parece ter sentido a pressão e se abalado graças à sua ligação com Euclydes Petersen, deputado federal e um dos seus principais aliados.

Zé Vitor (Deputado Federal): nome estratégico do setor produtivo. Atua especialmente no agro e na saúde, duas áreas centrais para Minas. Crescimento consistente no interior do Estado. Vem forte para deputado federal, também é cotado para compor a majoritária.

Bruno Engler (Deputado Estadual): alavanca o voto conservador urbano em BH. Entra como puxador de votos para deputado estadual.

Tadeuzinho – Tadeu Leite (Deputado Estadual): presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, é hoje o maior articulador institucional do estado. Tem força regional no Norte e trânsito com prefeitos, o que pode ser decisivo em eleições estaduais. Cotado para ser Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Marcelo Aro (Secretário de Estado de Governo): bom para compor majoritárias devido ao perfil técnico e diálogo amplo. Grande articulador. Um dos prováveis candidatos para o Senado. Influente na região metropolitana de BH, pode reforçar chapas de centro-direita.

Gabriel Azevedo (Ex-vereador de Belo Horizonte): forte presença digital, conhecido na região de BH. Combativo e polêmico. Vive entre altos e baixos na política, mas já anunciou a pré-candidatura ao governo de Minas. Segue o caminho da “terceira via”.

Bella Gonçalves (Deputada Estadual): cresce entre mulheres, eleitores progressistas e movimentos sociais. Ativa, pode aumentar votação para estadual entre a esquerda.

Duda Salabert (Deputada Federal): grande projeção nacional ao defender agendas de direitos civis; consolidada para federal, pode ampliar sua já expressiva votação caso tente a reeleição em 2026; cogita ser deputada estadual para fortalecer o nome em Belo Horizonte e se cacifar para uma possível eleição à Prefeitura em 2028.

Outros nomes
Além destes representantes da nova geração, outros nomes também devem participar da grande política de Minas Gerais em 2026:
Alexandre Kalil (PDT): possivelmente será candidato a Governador de Minas pela centro-esquerda, caso não tenha um entrave na justiça eleitoral.
Domingos Sávio (PL): deve se consolidar como o principal candidato a Senador da direita de Minas.
Carlos Viana (Podemos): atual Senador, preside a CPMI do INSS, candidato à reeleição.
Alexandre Silveira (PSD): atual Ministro de Minas e Energia do Governo Lula, deve trocar de partido para ser candidato ao Senado.
André Janones (Avante): foi uma promessa, se enfraqueceu mediante brigas e escândalos; deve ser candidato a deputado federal por um partido de esquerda em 2026 (meu chute é a REDE).
Cristiano Caporezzo (PL): trabalha para ser o segundo candidato a Senador de Minas pelo seu partido, o PL; pouco provável, pois há uma articulação para unificar as candidaturas de centro, centro-direita e direita. Com isso, tentaria uma nova eleição, desta vez a deputado federal.
Rodrigo Pacheco (PSD): ao que tudo indica, encerrou sua carreira política e não deve disputar eleição.
Conteúdo faz parte da Coluna Poder, assinada por Adelino Júnior, que acompanha os bastidores da política no Triângulo Mineiro.
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Poxa, vcs ignoraram o Pedro Rousseff.
Que fase, Dilminho :/