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Regionalzão Notícias > Notícias > Cotidiano > Como um app criado em Patos de Minas virou referência regional em mobilidade
Cotidiano

Como um app criado em Patos de Minas virou referência regional em mobilidade

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 21 de novembro de 2025, 13:24
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O que começou como uma troca de mensagens em grupos de WhatsApp se tornou um dos aplicativos regionais de mobilidade mais conhecidos do Alto Paranaíba. Criado em 2019, em Patos de Minas, o Corridas Tio Patinhas nasceu no improviso, sustentado por voluntarismo e pelo esforço coletivo dos cinco fundadores. À frente da gestão, o empreendedor Douglas Palhares, 39, resume o início em uma frase: “O Corridas Tio Patinhas nasceu na base da raça mesmo”.

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A plataforma, hoje consolidada no município, surgiu após a mudança de trajetória de Palhares, que já exercia atividades empreendedoras. “Primeiro mexi com hortaliças. Depois consegui comprar uma caminhonete e fui trabalhar com frete em Uberaba”, diz. A virada veio entre 2018 e 2019, quando se mudou para Patos de Minas para trabalhar como motorista da Uber. Foi nesse período que decidiu criar um aplicativo “com a cara da cidade e alinhado à realidade local”.

O início do aplicativo foi marcado por falta de recursos e de estrutura. Palhares e os quatro sócios reuniram pequenas quantias até alcançar os R$ 500 necessários para o primeiro custeio. “A gente foi juntando os pingados que cada um tinha”, lembra.

Na época, as plataformas de transporte ainda eram novidade em parte do país. “Não tinha esse monte de influenciador, tutorial e conteúdo explicando tudo. Tivemos que aprender pesquisando no Google”, diz.

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A startup contou com a plataforma-base da Machine, mas o trabalho inicial foi predominantemente manual. “Era juntar todo mundo, ficar sem dormir, cadastrar clientes e mostrar que usar a plataforma era mais seguro.”

Palhares diz ter passado 14 noites sem dormir no período de lançamento. “Eu ficava acordado à noite; os outros meninos revezavam de dia, porque tinham outros trabalhos.”

Foto: Reprodução/Instagram

Modelo de negócio e confiança local

O Corridas Tio Patinhas opera em um sistema de recarga pré-paga, com taxas entre 20% e 22% por corrida. Palhares compara: “Tem plataforma que cobra 25% a 30%. Tentamos manter um equilíbrio justo para os dois lados”.

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Um diferencial, segundo ele, é o cadastro presencial dos motoristas, que passam por vistoria e entrevista. “Isso não abrimos mão. Essa política gera confiança para motoristas e passageiros. A gente sabe quem são nossos motoristas, e eles sabem quem somos nós.”

Um nome que virou símbolo de Patos de Minas

A escolha do nome buscava referências ao município e ao universo do dinheiro, daí a associação ao personagem Tio Patinhas. O mascote se tornou rapidamente reconhecido na cidade. “As crianças apontavam para os carros e diziam: ‘Olha o Tio Patinhas passando’. A gente ria dentro do carro: ‘Tá dando certo’.”

O crescimento do aplicativo também mudou a vida dos sócios. “Não somos ricos, mas vivemos bem. Temos casa, carro, conseguimos viajar”, afirma Palhares.

Ele lembra com orgulho da homenagem recebida no Rio de Janeiro, em evento nacional da Machine, no qual o aplicativo figurou entre os 20 destaques do país.

Concorrência desigual e futuro dos aplicativos regionais

Para Palhares, o maior desafio para empresas como a dele é competir com plataformas de grande porte. Ele cita como exemplo a diferença de preços praticados na cidade: “A 99 tem corrida de R$ 6. A mesma corrida no Tio Patinhas dá R$ 11. O cliente olha e pensa: ‘Pra quê pagar mais?’”.

O empreendedor alerta que essa discrepância põe em risco a sustentabilidade do setor regional. “Se o motorista não abrir a cabeça, a 99 toma conta e ele sucateia o carro.”

Palhares também critica influenciadores do segmento: “Tem cidade em que o regional paga até três vezes mais que a 99, mas os influenciadores só falam da Uber e da 99”.

A empresa estuda levar o aplicativo para Araxá (MG), mas a decisão será tomada com prudência. “Antes de entrar numa cidade, temos que saber se o motorista precisa de um novo aplicativo. Se os concorrentes já oferecem as mesmas coisas, não faz sentido. Entrar e depois desistir prejudica todo mundo.”

Para ele, o futuro dos apps regionais depende de uma mudança de mentalidade. “Sem isso, acredito que os regionais não duram mais que cinco ou dez anos.”

Apesar dos desafios, Palhares vê força na identidade local. “O povo gosta de ver a cara do dono no dia a dia, seja dentro do carro, seja no comércio, ali no meio da comunidade.” Segundo ele, essa proximidade pode ser o trunfo de plataformas como o Corridas Tio Patinhas nos próximos anos.

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