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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Cotidiano > Dia Mundial do Trabalho: o futuro das carreiras na indústria 4.0 em Minas Gerais
Cotidiano

Dia Mundial do Trabalho: o futuro das carreiras na indústria 4.0 em Minas Gerais

Segmento aposta em formação contínua, tecnologia e novos perfis profissionais para transformar vidas e impulsionar o desenvolvimento do estado

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 30 de abril de 2025, 16:23
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Neste 1º de maio, Dia do Trabalhador, a indústria mineira celebra não apenas os avanços tecnológicos e produtivos do setor. Mas, principalmente, celebra as pessoas que fazem essa engrenagem girar. Em um momento de intensas transformações, marcado pela digitalização, automação e uso crescente de inteligência artificial, o trabalhador da indústria é chamado a ocupar um novo papel. Ele se torna protagonista do próprio desenvolvimento profissional.

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Se antes a estabilidade era o grande diferencial das carreiras industriais, hoje ela vem acompanhada de novas possibilidades de crescimento. Além disso, permite transição de carreira. É o caso de profissionais que começam em funções operacionais e, com apoio da formação técnica, migram para áreas como tecnologia da informação. Outras áreas são manutenção preditiva, automação industrial e análise de dados.

Segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2025-2027, Minas Gerais terá uma demanda de mais de 1,6 milhão de trabalhadores qualificados nos próximos três anos. Este número reforça a urgência de iniciativas voltadas à educação profissional. Além disso, é necessário focar na inclusão produtiva e na construção de trajetórias de carreira sustentáveis. Clique aqui e saiba mais informações por estado e regiões no Mapa do Trabalho Industrial.

“Estamos falando de uma indústria mais tecnológica, sim, mas também mais humana, que reconhece o valor da formação ao longo da vida. O que muda é que hoje as oportunidades estão mais conectadas à capacidade de aprender continuamente”, afirma Ricardo Aloysio, o gerente de Educação e Tecnologia do Senai Minas, Ricardo Aloysio e Silva.

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Da linha de produção para a formação de futuros profissionais

Renan Ramiro Duarte iniciou sua trajetória aos 15 anos, como aluno de Aprendizagem Industrial no curso de Usinagem Mecânica do SENAI, enquanto cursava o ensino médio. Sua carreira inclui passagens pela Fiat, onde trabalhou como mecânico de manutenção, e pela Aethra. Na Aethra, consolidou sua experiência como robotista. Com mais de 12 anos de atuação na indústria e formação em Engenharia de Controle e Automação, Renan hoje atua como Instrutor de Formação Profissional do SENAI.

“No ano passado, tive a oportunidade de realizar um sonho de ser instrutor do SENAI, no Centro 4.0. Pude passar toda minha experiência, desses 12 anos de indústria, preparando os alunos para, não só a parte teórica, como também a parte de conhecimento prático, para os cursos técnicos de Mecatrônica e Especialização em Sistemas Robotizados”, conta.

Talento jovem que representa o futuro da indústria

A trajetória de Vitória Fernanda de Jesus, de 23 anos, é a prova viva de como o investimento em formação transforma vidas. Sua carreira começou com duas medalhas de ouro na Olimpíada do Conhecimento (WorldSkills Brasil). Ela também participou de competições internacionais de habilidades técnicas, como a WorldSkills na França, onde recebeu a medalha de excelência.

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Vitória é assistente de tecnologia no SENAI Centro 4.0, integrando projetos de automação, robótica e simulação de processos industriais. Segundo ela, a Indústria 4.0 tem impactado as profissões no setor, principalmente em processos de digitalização, conectividade, automação e a utilização de dados.

“Acredito que as tecnologias como IoT, Inteligência Artificial, Big Data precisam de novas profissões. Essas são essenciais para manutenção e suporte desses sistemas inteligentes. Atualmente, estou cursando Engenharia de Controle e Automação, fortalecendo minha base teórica e prática. Assim, sigo contribuindo com o desenvolvimento tecnológico e a formação de profissionais cada vez mais preparados para os desafios da indústria do futuro”, comenta.

Do chão de fábrica à liderança técnica na indústria 4.0

Com 25 anos de carreira, Rivelly Sanches da Rocha começou sua trajetória em 1999, ao concluir o curso de Interpretação e Desenho Mecânico. Atualmente, é coordenador de desenvolvimento de Produtos, Engenharia e Qualidade na Mecan. Ele também está se especializando em sistemas robotizados, reforçando a estratégia da empresa de ampliar o uso de tecnologias da Indústria 4.0. “São formações que oferecem uma base sólida, muita prática e professores com excelente bagagem técnica. Já são 25 anos de carreira, sem ter ficado um único dia fora do mercado de trabalho – e isso é resultado direto da base que construí lá no início, com o SENAI”, conta, orgulhoso.

A expansão da indústria 4.0 redefine não apenas os processos produtivos, mas também as competências necessárias para o mercado. Conhecimentos em automação, robótica, análise de dados, manutenção preditiva e inteligência artificial são hoje indispensáveis. Elas são essenciais para quem deseja não apenas ingressar, mas também crescer dentro do setor.

Destaques do mercado industrial mineiro:

● Mais de 1,6 milhão de trabalhadores precisarão ser qualificados até 2027.
● Tecnologia, logística, manutenção e operação industrial lideram a demanda.
● Formação técnica contínua e competências digitais são essenciais para o sucesso na nova indústria.

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