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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Cotidiano > MPF aciona Justiça por escolha de profissionais mulheres no SUS de Uberlândia
Cotidiano

MPF aciona Justiça por escolha de profissionais mulheres no SUS de Uberlândia

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 16 de dezembro de 2025, 9:56
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O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma Ação Civil Pública (ACP) em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, para assegurar que mulheres e meninas atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tenham o direito de escolher profissionais do sexo feminino durante procedimentos íntimos. Segundo o órgão, a iniciativa busca combater práticas caracterizadas como “violência institucional”, diante da falha do poder público em garantir atendimento humanizado, digno e livre de discriminação e de risco de revitimização.

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A ação é resultado de um procedimento instaurado ainda em 2024 para apurar violações reiteradas aos direitos das pacientes na rede pública municipal. Em março deste ano, o MPF encaminhou recomendação à Secretaria Municipal de Saúde de Uberlândia solicitando medidas para tornar o atendimento mais acolhedor, como o registro de profissionais mulheres disponíveis e a capacitação das equipes de saúde.

De acordo com o MPF, as respostas apresentadas pelos entes públicos evidenciaram a ausência de políticas específicas de proteção, inexistência de protocolos e falhas estruturais. O órgão aponta ainda práticas de imposição de atendimento por profissionais homens, falta de fluxos definidos, ausência de cartazes informativos e orientações claras às pacientes. Para o MPF, houve omissão dos réus ao não garantir às mulheres o direito fundamental de escolher que procedimentos íntimos sejam realizados por profissionais do sexo feminino.

Para o procurador da República Cléber Eustáquio Neves, responsável pela ação, o tema tem caráter urgente. “O constrangimento imposto diariamente a mulheres que buscam cuidados ginecológicos e obstétricos no SUS configura violação grave e reiterada à dignidade e à integridade corporal. A política pública deve assegurar profissional mulher, quando solicitado pela paciente, como forma de proteção integral”, afirmou.

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Além de medidas emergenciais, o MPF pede que, ao final do processo, União, Estado de Minas Gerais e município de Uberlândia sejam condenados a implementar uma política pública permanente de atendimento sensível às questões de gênero no SUS. O órgão também requer a condenação dos três entes federativos ao pagamento de indenização por dano moral coletivo, em valor não inferior a R$ 5 milhões.

Em caráter liminar, o MPF solicita que a Justiça determine a adoção de providências no prazo máximo de 30 dias. Entre as exigências estão a garantia de escolha por profissional do sexo feminino para exames íntimos, como procedimentos ginecológicos, Papanicolau e intervenções no trato reprodutivo; a proibição de atendimento por profissionais homens quando houver manifestação contrária da paciente, salvo em situações de emergência com risco imediato à vida; a criação de escalas e fluxos que assegurem a presença de mulheres nas unidades de saúde; e a afixação de cartazes em locais visíveis informando sobre o direito de escolha e os canais de ouvidoria para denúncias.

Foto: Agência Brasil
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