A Callink assumiu oficialmente, em 1º de dezembro, as operações da Algar Tech, após autorização final do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). A transição encerra o processo de aquisição da empresa, antes pertencente ao Grupo Algar, pelas companhias que compõem o chamado Grupo Callink.
Com 19 anos de atuação no setor de atendimento e tecnologia, a Callink passou a operar uma estrutura ampliada em número de funcionários, postos de atendimento e cidades atendidas. As operações, que antes se concentravam em duas localidades de Minas Gerais, agora alcançam oito cidades, incluindo unidades em São Paulo, Sergipe, Piauí e Distrito Federal.
A expansão territorial é resultado não apenas da incorporação da Algar Tech, mas também da Fidelity National Serviços e Contact Center, adquirida pelo grupo em fevereiro. Em 2025, a empresa também instalou sua primeira base no Nordeste, em Aracaju (SE), alinhada ao plano de descentralização operacional iniciado em 2023, quando implantou a primeira unidade fora de Uberlândia.
Segundo o CEO da Callink, Fabiano Batista, a estratégia tem buscado reposicionar a companhia no mercado de atendimento. Ele afirma que o objetivo central é ampliar a capacidade de operação e diversificar serviços, especialmente em segmentos que envolvem tecnologia e soluções personalizadas para empresas. “Temos trabalhado para evoluir em nossas ofertas e atender demandas de diferentes setores, com foco na jornada do cliente e em serviços de valor agregado”, disse.
Batista também destaca que o setor passa por mudanças estruturais e que a companhia acompanha esse movimento com investimentos em inovação. Para ele, o atendimento não desaparece, mas se transforma: “O mercado vive um período de transição, e as empresas precisam ajustar processos e soluções às novas formas de relacionamento com o consumidor”.
Hoje, a Callink afirma atender mais de 300 empresas em diversos serviços do portfólio, que inclui atendimento ao cliente (CX), BPO e soluções tecnológicas.

Pra quem é atendente não muda nada. Continua o mesmo salário mínimo de merda.