Com dois hospitais em Uberlândia, Rede Mater Dei lucra 47,3 milhões no semestre

Resultado positivo no primeiro semestre reflete avanço da rede no interior de Minas e consolidação das duas unidades em Uberlândia, Santa Genoveva e Santa Clara.

Eloi Naves
Fachada do Santa Clara em Uberlândia
Fachada do Hospital Mater Dei Santa Clara, em UberlândiaFoto: Divulgação / Mater Dei

A Rede Mater Dei de Saúde encerrou o primeiro semestre de 2025 com lucro líquido de R$ 47,3 milhões, revertendo o prejuízo registrado no mesmo período do ano passado. O resultado positivo pode ser reflexo do aumento da presença da rede em outros estados e, principalmente, no interior de Minas Gerais, com destaque para a expansão em Uberlândia, cidade que hoje concentra duas unidades importantes.

Presença em Uberlândia

Em Uberlândia, a Mater Dei conta com dois hospitais consolidados, responsáveis por ampliar o atendimento à população da região:

  • Mater Dei Santa Genoveva – localizado na Av. Vasconcelos Costa, 962 – bairro Martins, com atendimento 24 horas, centro cirúrgico completo e serviços de alta complexidade.
  • Mater Dei Santa Clara – situado na Av. João Pinheiro, 289 – Centro, também com funcionamento ininterrupto e infraestrutura voltada para urgências e emergências em diversas especialidades.

Com essas duas estruturas instaladas na cidade, a rede reforça sua estratégia de interiorização e amplia a oferta de serviços hospitalares no Triângulo Mineiro.

Estratégia de crescimento

A direção da Rede Mater Dei vem destacando que o interior de Minas representa um dos mercados de maior potencial nos próximos anos, especialmente em cidades como Uberlândia, que se consolidam como polos regionais de saúde. A expansão para fora das capitais faz parte de um plano de crescimento sustentável que inclui investimentos em tecnologia, contratação de profissionais e construção de unidades com capacidade de atender demandas de média e alta complexidade. Segundo a empresa, a meta é continuar fortalecendo a rede assistencial no interior, aproveitando o avanço econômico dessas regiões e a necessidade crescente por serviços hospitalares mais estruturados.

Compartilhe este artigo
Nenhum comentário