O Grupo Guanabara, um dos maiores operadores de transporte rodoviário de passageiros do país, anunciou um investimento de R$ 120 milhões em 2025 voltado à renovação e modernização de sua frota em Minas Gerais. O objetivo é ampliar a eficiência operacional, reduzir custos e diminuir a emissão de poluentes, acompanhando a retomada da demanda pelo transporte rodoviário.
Atualmente, o grupo atua em cerca de 30 municípios mineiros, incluindo cidades do Triângulo Mineiro, como Uberlândia e Uberaba, que integram a malha de atendimento da empresa no estado. A modernização da frota impacta diretamente as linhas que conectam essas cidades a outros polos regionais e nacionais.
De acordo com a diretora do Grupo Guanabara, Letícia Pineschi, cerca de 40% da frota já foi renovada, e a meta é alcançar 100% de veículos novos até 2027. Os novos ônibus incorporam tecnologias que permitem redução de até 70% na emissão de gases poluentes, além de ganhos em conforto e segurança para os passageiros.
O grupo opera aproximadamente 1 mil ônibus e reúne marcas tradicionais do setor, como Expresso Guanabara, Real Expresso, Rápido Federal, Útil, Sampaio e Brisa, que passaram por um processo de consolidação de marca nos últimos anos.
Além da renovação da frota, os investimentos também contemplam melhorias tecnológicas, incluindo canais digitais de venda e atendimento ao cliente, além de iniciativas voltadas à eficiência operacional das empresas do grupo.
Com esse conjunto de ações, o Grupo Guanabara projeta crescimento de cerca de 10% na receita em 2025, impulsionado pela modernização da frota e pela ampliação da competitividade no transporte rodoviário de passageiros em Minas Gerais.
Expectativas para 2026
Segundo a empresa, o ciclo de investimentos iniciado em 2025 deve ter continuidade em 2026, com o avanço do processo de renovação da frota e a consolidação das melhorias operacionais. A expectativa é fortalecer a atuação nas rotas já existentes no estado, incluindo aquelas que atendem o Triângulo Mineiro, acompanhando a evolução da demanda e o crescimento da mobilidade regional.
