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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Economia > Mineradora australiana negocia investimento para extração de nióbio em Araxá
Economia

Mineradora australiana negocia investimento para extração de nióbio em Araxá

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 14 de janeiro de 2025, 10:51
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A cidade de Araxá está na disputa pelo controle do mercado global de nióbio, metal essencial para a transição energética.

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A mineradora australiana St. George iniciou em 2024 o processo de aquisição de um projeto de extração de nióbio em Araxá.

A intenção é quebrar o domínio de mais de 60 anos da família Moreira Salles, que controla a CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração).

A CBMM é responsável por 80% do mercado global de nióbio.

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A St. George

A St. George, controlada por investidores australianos, anunciou a emissão de ações na Bolsa de Sydney para levantar aproximadamente R$ 76 milhões.

A mineradora planeja iniciar a extração de 5.000 toneladas de nióbio a partir de 2027.

Embora esse volume represente menos de 5% da produção anual da CBMM, que é de 150 mil toneladas.

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A entrada da St. George em Araxá reflete uma tentativa ousada de explorar nichos de mercado não totalmente atendidos pela gigante do setor.

A história e os desafios da St. George

Fundada há 14 anos, a St. George começou sua trajetória focada na pesquisa de jazidas de lítio, níquel e cobre na Austrália.

No entanto, a empresa nunca chegou a explorar esses minerais e preferiu vender seus projetos a mineradoras maiores.

Diante das dificuldades financeiras e das barreiras tecnológicas para a transição energética, a St. George optou por se aventurar no mercado do nióbio.

De acordo com Thiago Amaral, diretor da St. George no Brasil, o nióbio oferece um mercado mais estável e previsível.

“O governo dos Estados Unidos considera o nióbio o segundo metal mais crítico para a transição energética, devido à sua concentração — 90% da produção mundial está no Brasil”, afirma Amaral.

A hegemonia da CBMM e o uso do nióbio

A CBMM consolidou o mercado mundial de nióbio após descobrir grandes reservas do metal em Araxá na década de 1950.

A empresa firmou um acordo com o governo de Minas Gerais em 1973, no qual destinou 25% de seu lucro líquido ao estado.

Até setembro de 2024, o repasse de recursos somou R$ 1,1 bilhão, representando cerca de 1% da receita estadual.

O nióbio é amplamente utilizado para fabricar ferronióbio, uma liga metálica que fortalece o aço usado na construção civil, automotivo e energético.

Recentemente, a CBMM anunciou a produção de óxido de nióbio, uma matéria-prima promissora para baterias de veículos elétricos.

Planos e desafios da St. George

Embora a St. George ainda não tenha definido se irá focar na produção de ferronióbio ou óxido de nióbio, a fabricação de óxido parece ser a escolha mais viável, considerando a crescente demanda por baterias de veículos elétricos.

No entanto, a mineradora enfrentará desafios, como o menor teor de nióbio nas suas reservas e a dependência das mesmas condições geográficas e regulatórias que afetam a CBMM.

Amaral, da St. George, admite que o volume de produção da empresa ainda é pequeno em comparação com o da CBMM, mas acredita que há nichos de mercado que não são totalmente atendidos pela gigante.

“Queremos atuar em nichos onde a CBMM não oferece 100% da produção, oferecendo alternativas para clientes que, por algum motivo, não utilizam nióbio”, explica.

Aquisição do projeto e negociações

A St. George está em processo de aquisição do projeto de nióbio, avaliado em US$ 21 milhões. No entanto, a empresa tem enfrentado dificuldades para captar recursos, como ocorreu no ano passado, quando tentou levantar 21,25 milhões de dólares australianos (US$ 13,3 milhões), mas obteve apenas 3 milhões de dólares australianos (US$ 1,87 milhão).

Além disso, negocia um possível acordo de offtake com uma trading chinesa, antecipando recursos em troca de parte da produção de nióbio.

Perspectivas e futuro

Apesar das dificuldades financeiras e da concorrência com a CBMM, a St. George está determinada a seguir com seu projeto.

“Sempre existe a possibilidade de venda de um projeto, mas esse não é nosso objetivo principal”, afirma Amaral.

A mineradora visa explorar nichos não totalmente atendidos e pretende se estabelecer como um player importante no mercado de nióbio.

A chegada da St. George a Araxá pode representar uma mudança no cenário da mineração de nióbio no Brasil, com a possibilidade de novos players surgirem no mercado global.

Com um metal tão estratégico para a transição energética, a disputa pela extração de nióbio em Araxá promete agitar o setor e criar novas oportunidades no futuro.

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