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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Economia > Uberlândia sanciona lei para digitalizar serviços e atrair startups de IA
Economia

Uberlândia sanciona lei para digitalizar serviços e atrair startups de IA

Programa 'Uberlândia Empreendedora' estabelece diretrizes para transformar o município mineiro em 'cidade inteligente' e internacionalizar empresas locais

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 13 de fevereiro de 2026, 10:17
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O prefeito de Uberlândia sancionou nesta sexta-feira (13) a Lei nº 14.678, que institui o programa “Uberlândia Empreendedora”. O projeto busca consolidar o município do Triângulo Mineiro como uma “cidade inteligente” (smart city), focando na digitalização da máquina pública, no fomento a startups e na desburocratização do setor produtivo.

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A nova legislação, publicada no Diário Oficial do Município, coloca a inovação tecnológica e a inteligência artificial como eixos centrais do desenvolvimento econômico local. A meta é integrar o poder público a centros de pesquisa (ICTs), incubadoras e ao setor privado para criar um ecossistema de negócios com projeção internacional.

O que muda com a nova lei

O programa será gerido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação. Entre os principais pontos da proposta estão:

  • Desburocratização: Implementação de plataformas digitais para simplificar a abertura e gestão de empresas.
  • Internacionalização: Ações estratégicas para projetar empresas de Uberlândia no mercado externo e atrair investimentos estrangeiros.
  • Educação Empreendedora: Estímulo à formação de mão de obra qualificada em parceria com instituições de ensino.
  • Conceito de Smart City: Uso de dados e tecnologia para otimizar serviços urbanos, como transporte, iluminação e segurança.

“O objetivo é inserir o município definitivamente no contexto de cidades inteligentes, modernizando serviços e usando a tecnologia para melhorar a qualidade de vida”, diz o texto da lei.

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A prefeitura aposta na criação de hubs de inovação, laboratórios de ideias e coworkings públicos. O texto define critérios específicos para o apoio a startups, seguindo o Marco Legal das Startups federal, e incentiva a instalação de Centros de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento (P&D).

A estratégia visa manter o protagonismo logístico da cidade, mas agora sob uma camada digital. Uberlândia já é reconhecida nacionalmente por sua força no setor de atacado e serviços; o novo programa tenta evitar a fuga de cérebros para polos como São Paulo ou Florianópolis, oferecendo infraestrutura local para novos negócios.

Embora ambicioso, o sucesso do “Uberlândia Empreendedora” dependerá da execução orçamentária e da capacidade de articulação entre o setor público e privado. A lei prevê que o programa seja instrumentalizado por meio de parcerias e termos de cooperação com empresas e entidades da sociedade civil.

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A proposta também se alinha aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, condicionando o crescimento econômico à sustentabilidade ambiental, um requisito crescente para a captação de fundos de investimento internacionais (ESG).

Foto: Prefeitura de Uberlândia
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