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Início / Notícias / Economia / Viaduto de Araxá entra na mira da CGU por suspeita de superfaturamento de mais de R$ 500 mil
Economia

Viaduto de Araxá entra na mira da CGU por suspeita de superfaturamento de mais de R$ 500 mil

Auditoria identificou distorções em preços, medições e execução da obra financiada com recursos federais no Alto Paranaíba

Eloi Naves
Por
Eloi Naves
Publicado 3 de abril de 2026, 21:37
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Viaduto José Domingues Filho em Araxá-MG
Viaduto na avenida Hitalo Ros em Araxá-MGFoto: Prefeitura Municipal de Araxá

A obra do viaduto da avenida Hítalo Ross, em Araxá, no Alto Paranaíba, entrou na mira da Controladoria-Geral da União (CGU) após auditoria identificar indícios de superfaturamento superiores a R$ 500 mil.

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O empreendimento foi anunciado em 2020 com valor inicial de R$ 4,9 milhões, mas passou por sucessivos aditivos contratuais ao longo da execução. Ao todo, foram firmados 12 termos aditivos, elevando o custo final para R$ 9,09 milhões — alta de 85,5%.

Falhas na formação de preços

De acordo com a auditoria, três acordos de reequilíbrio econômico-financeiro apresentaram inconsistências na formação de preços. Entre os principais problemas estão:

  • Cotações realizadas com apenas um fornecedor
  • Falta de documentação comprobatória
  • Uso inadequado de tabelas oficiais de referência

As falhas podem ter contribuído para distorções nos valores pagos. O relatório também aponta um sobrepreço potencial de R$ 898,6 mil nas planilhas revisadas.

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Pagamentos em duplicidade

A auditoria identificou ainda inconsistências nas medições da obra, especialmente relacionadas ao uso de aço.

Em um dos casos, o percentual de 10% de perdas do material — já previsto no custo — foi novamente aplicado nas medições, gerando pagamento em duplicidade. Ao todo, 7.965 quilos de aço teriam sido pagos indevidamente, com impacto de R$ 116,9 mil.

Outro ponto envolve os berços estruturais das vigas pré-moldadas. O volume de aço considerado foi muito superior ao necessário: cerca de 528 kg seriam suficientes, mas o pagamento foi feito como se fossem utilizados 5.760 kg, quase dez vezes mais, gerando impacto de aproximadamente R$ 49 mil.

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Problemas na execução

O relatório também aponta falhas técnicas ao longo da obra, como:

  • Uso de cimbramento metálico sem formalização contratual
  • Alterações estruturais sem novo projeto ou cálculo técnico
  • Problemas de sondagem que levaram à perda de uma estaca
  • Mudanças em muros de contenção sem atualização formal

Recursos federais

Além disso, a auditoria identificou fragilidades na fiscalização e no controle da execução.

A obra foi realizada com recursos federais por meio de convênio. Diante dos apontamentos, a CGU recomendou a revisão dos valores pagos e a adoção de medidas para ressarcimento de possíveis prejuízos aos cofres públicos.

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