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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Educação > Lei da Bíblia em escolas de Frutal gera debate
Educação

Lei da Bíblia em escolas de Frutal gera debate

Nova lei municipal permite leitura não obrigatória da Bíblia como recurso paradidático e divide opiniões entre educadores e moradores.

Lorena Marques
Por
Lorena Marques
Publicado 14 de maio de 2025, 11:35
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A Prefeitura de Frutal, no Triângulo Mineiro, sancionou a Lei nº 6.871. Essa lei dispõe sobre a leitura da Bíblia nas escolas da rede municipal. A medida, de autoria do vereador Alexandre José Braz (Solidariedade), permite que a leitura bíblica seja utilizada como ferramenta paradidática. O objetivo é disseminar aspectos culturais, históricos, geográficos e arqueológicos presentes no texto sagrado. A sanção ocorreu na última quinta-feira (8) e provocou discussões na cidade.

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Apesar de não ser obrigatória, a nova lei gerou controvérsia. Professores e pedagogos manifestaram-se contrários à medida em comentários nas redes sociais. Eles argumentam que, mesmo facultativa, a institucionalização de uma prática religiosa específica pode causar desconforto e exclusão. Além disso, levantam a questão do Estado laico e da neutralidade que a escola pública deve manter em relação à religião.

Em entrevista ao Estado de Minas, o professor de Psicopedagogia, Geovani Vieira, expressou seu posicionamento. Ele acredita que a leitura bíblica nas escolas, mesmo não sendo compulsória, pode gerar constrangimento e favorecer simbolicamente uma fé em detrimento de outras.

Em contrapartida, o vereador Alexandre Braz defendeu a lei. Ele reiterou que a leitura não é obrigatória e que a proposta foi amplamente discutida e aprovada por todos os vereadores. O autor da lei enfatizou que o objetivo é educacional, e não religioso.

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Ainda de acordo com a reportagem do Estado de Minas, a pedagoga Liliane Silva ponderou sobre a necessidade de equilíbrio. Para ela, é preciso considerar o respeito à fé e o compromisso com a educação laica e inclusiva. Liliane acredita que a formação de valores espirituais e religiosos é papel da família. A escola, por sua vez, deve formar cidadãos críticos e garantir a convivência respeitosa entre diferentes crenças.

Repercussão e apoio à Lei

Apesar das críticas, a lei também recebeu apoio de diversos moradores de Frutal. Em comentários muitos defenderam a leitura da Bíblia nas escolas. Eles argumentam que a Bíblia é um livro importante e que sua leitura não fere a fé de ninguém. Alguns internautas incentivaram a defesa dos “bons costumes e princípios” presentes na Bíblia em benefício das crianças.

Detalhes da nova legislação

O parágrafo único da lei municipal esclarece que as histórias bíblicas poderão complementar projetos escolares nas áreas de história, literatura, ensino religioso, artes e filosofia. Além disso, poderão ser utilizadas em outras atividades pedagógicas.

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O artigo 2º da lei assegura que nenhum aluno será obrigado a participar das atividades relacionadas à leitura da Bíblia. Dessa forma, garante-se a liberdade religiosa, conforme previsto na Constituição Federal.

Por fim, o artigo 3º estabelece que o Poder Executivo definirá os critérios e as estratégias para a implementação da leitura da Bíblia nas escolas municipais, seguindo o que determina o artigo 1º da lei.

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