Mesmo depois da primeira vitória tão esperada em 2026 dentro do Parque do Sabiá, o clima nos bastidores do UberLÂNDIA Esporte Clube esquentou. Em pronunciamento na coletiva pós-jogo do triunfo de 2×1 sobre o CRAC, Fábio Mineiro, investidor e gestor da SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Verdão, não poupou críticas a um grupo de pessoas ligadas à associação que, segundo ele, estaria tentando sabotar o novo projeto profissional do clube.
Visivelmente incomodado, Mineiro classificou as movimentações da oposição como uma “sacanagem” com o trabalho que vem sendo realizado desde que o grupo assumiu o controle do futebol. O foco da revolta são as denúncias, descritas pelo gestor como infundadas, que tentam atingir parcerias estratégicas, como a realizada com a FUTEL para as categorias de base.
Fim do amadorismo e “guerra” contra privilégios
Para Fábio Mineiro, a resistência de parte dos conselheiros e membros da associação se deve ao fim de uma era de amadorismo. Ele garantiu que agora o UberLÂNDIA é pautado pelo profissionalismo e que a SAF não vai sair, e que inclusive está no contrato que a permanência mínima é de 5 anos.
“Nós vamos dar nomes! Tem pessoas que ganham ingresso, que estão nas cadeiras cativas e que estão torcendo contra”, disparou o presidente da SAF em vídeo divulgado pelo Eu Sou do Esporte.
Transparência e legalidade
Um dos pontos centrais do conflito envolve a parceria do UberLÂNDIA com a Fundação Uberlandense do Turismo, Esporte e Lazer (FUTEL). Alvo de denúncias por supostas irregularidades, o contrato foi defendido com veemência por Mineiro. O gestor ressaltou sua experiência de mais de uma década no futebol, citando o caso de sucesso no Athletic, onde também operou com verbas públicas dentro de absoluto rigor legal.
O mandatário reforçou que todas as ações da SAF são pautadas pela lei e que as tentativas de judicializar a gestão servem apenas para tumultuar e prejudicar o ambiente do time fora das quatro linhas.
“Não tenho rabo preso”
Encerrando o tom de alerta, Fábio Mineiro garantiu que não se sentirá intimidado por pressões políticas ou grupos minoritários. Segundo ele, o projeto de profissionalização do UberLÂNDIA Esporte Clube é um caminho sem volta e medidas judiciais e administrativas serão tomadas contra aqueles que tentarem prejudicar a instituição.
“Não tenho rabo preso com ninguém”, afirmou, prometendo que, nos próximos dias, trará a público os nomes dos envolvidos no que chamou de “boicote” ao crescimento do Verdão.
Agora, a torcida alviverde aguarda os próximos capítulos dessa queda de braço. A expectativa é que as disputas políticas de bastidores não ofusquem o foco principal: o sucesso do futebol do Uberlândia.

Uauu, chocada! ?