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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Justiça > Ituiutaba: pecuarista é condenado a indenizar agricultor por danos causados por gado em lavoura
Justiça

Ituiutaba: pecuarista é condenado a indenizar agricultor por danos causados por gado em lavoura

Justiça de Minas Gerais manteve condenação de R$ 119 mil após animais destruírem plantação de hortaliças em Ituiutaba.

Lorena Marques
Por
Lorena Marques
Publicado 8 de janeiro de 2026, 10:37
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A 15ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) confirmou a condenação de um pecuarista da cidade de Ituiutaba. O produtor deverá pagar R$ 119 mil a uma associação de produtores rurais local. A decisão ocorre após o gado do pecuarista invadir a propriedade vizinha e destruir diversas plantações de hortaliças. Além do pagamento, o proprietário dos animais precisa garantir a manutenção de cercas adequadas para evitar novas invasões.

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Entenda o caso e a decisão judicial

A associação de produtores entrou com a ação alegando prejuízos materiais e morais constantes. Segundo o processo, diversas cabeças de gado rompiam os limites da propriedade e atacavam as lavouras. Em sua defesa, o pecuarista tentou questionar a legitimidade da associação e os valores dos danos. Entretanto, a justiça utilizou relatórios da Emater para confirmar a extensão do estrago.

O desembargador Octávio de Almeida Neves, relator do caso, destacou que a responsabilidade é do criador. Segundo o magistrado, quem possui gado tem o dever jurídico de providenciar cercas eficientes. “Ao dono de gado que invade propriedade alheia e destrói plantação, cumpre indenizar o dano material“, afirmou em seu voto.

Ajustes na sentença

Embora o TJ-MG tenha mantido o valor de R$ 119 mil pelos danos materiais, a turma julgadora retirou a indenização por danos morais de R$ 10 mil que havia sido estipulada anteriormente. Os desembargadores entenderam que o impacto financeiro foi comprovado, mas o dano à honra da entidade não ficou justificado.

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A decisão já transitou em julgado, o que significa que não há mais possibilidade de recursos sobre o mérito da questão. Agora, o pecuarista deve focar na reforma das divisas para impedir que os animais acessem o terreno vizinho novamente.

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