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Curso de doce de leite saborizado é ministrado pelo Sindicato Rural de Ituiutaba

Curso de doce de leite saborizado é ministrado pelo Sindicato Rural de Ituiutaba

30/03/2016 às 09h22
Por: Adelino Júnior
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Não se sabe exatamente quando e como ele surgiu. Existem boatos que a mistura do açúcar com o leite serviria para conservar a bebida lá pelo século XV, mas, a história que mais chama a atenção é a de um político argentino que estaria preparando um pouco de leite quente numa tarde de inverno, quando alguém bateu à porta. Ele esqueceu a panela no fogo, e assim surgiu o doce de leite.

Seja ela qual for a verdade, o que importa mesmo é que a sobremesa tipicamente mineira agrada o paladar da maioria das pessoas. E, se o tradicional doce de leite já é uma delícia, imagina com sabores.

Com coco, abacaxi, ameixa, maracujá, morango ou qualquer fruta de época, ao incluir polpas no doce de leite, agrega-se valor ao produto e isso significa mais renda para as famílias.

Em Ituiutaba, no curso de Derivados do Leite / Doce de Leite, oferecido pelo Sindicato Rural em parceria com o Senar Minas, 12 pessoas aprenderam sobre boas práticas de fabricação, o preparo da polpa em calda, a avaliação sensorial dos produtos, doce de leite pastoso, em barra e saborizado, além de noções administrativas que incluíram questões como qualidade do produto e competitividade, planejamento do trabalho, custos, comercialização, e noções sobre associativismo.

Segundo a instrutora Lilian Maria Cardoso Guimarães, “tem todo um trabalho teórico que é feito para que essas participantes saiam do curso e coloquem o que aprenderam no mercado. Muitas das que estão aqui já fizeram outra capacitação e estão conseguindo ter uma renda com a venda dos produtos”.

Como o preço pago pelo litro do leite não tem suprido os gastos de produção, para se ter lucro é preciso agregar valor à bebida e o curso de Doce de Leite proporciona isso. “O intuito do Sindicato Rural de Ituiutaba e do Senar Minas é agregar renda na atividade. Sabemos que se o pecuarista transformar o leite que produz terá mais lucro e, portanto, a propriedade vai render mais e melhorar a vida do produtor rural”, completa Marina da Silva Pereira, mobilizadora.

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