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Em entrevista à revista Veja, Antonio Anastasia destaca os legados do Choque de Gestão para Minas

Em entrevista à revista Veja, Antonio Anastasia destaca os legados do Choque de Gestão para Minas

16/09/2013 às 15h13
Por: Adelino Júnior
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em-entrevista-a-revista-veja-antonio-anastasia-destaca-os-legados-do-choque-de-gestao-para-minas_1_n_i_right Em entrevista exclusiva publicada nas páginas amarelas da revista Veja desta semana, o governador de Minas Gerais,Antonio Anastasia, comenta temas estratégicos e relevantes para o país. Os resultados do Choque de Gestão, as manifestações populares que eclodiram no Brasil e a questão da criminalidade crescente no país são alguns dos temas abordados pelo governador. Anastasia é apresentado pela Veja como “o responsável por coordenar a implantação do Choque de Gestão”, um conjunto de medidas destinadas a cortar despesas e otimizar o funcionamento da máquina pública de Minas. Como resultado, Anastasia ressalta que, hoje, os indicadores de Minas são os melhores do país. “Os indicadores de educação de Minas são hoje os melhores do Brasil. Em saúde, estamos em primeiro lugar entre os estados do Sudeste. Melhoramos a infraestrutura física e a diversidade econômica”, destaca. Anastasia afirma que o maior legado do inovador modelo de gestão que começou a ser implantado em 2003 em Minas é o modelo de governança, o reconhecimento da meritocracia, a adição de uma política de resultados, o incentivo aos bons servidores e às boas práticas. “Este é o nosso maior legado: mostrar como a administração pública pode ser séria, inovadora e eficiente”, enfatiza o governador. O governador mineiro também destaca que a gestão pública é necessária para a melhora da saúde, educação e da segurança. “Sem uma boa gestão, ainda que tenhamos mais recursos, não é possível fornecer um bom serviço”, comenta, na entrevista à revista. Para oferecer serviços de qualidade, o governador entende que é necessário discutir a dívida dos estados com a União. “O estado paga, paga e a dívida só aumenta. É um problema comum a prefeitos e governantes de todos os partidos. Ninguém tem mais dinheiro para investir”, justifica. Análise das manifestações Ao ser questionado sobre as manifestações que têm ocorrido em todo o país desde a Copa das Confederações, em junho deste ano, Anastasia admite: “os manifestantes têm razão”. Para o governador de Minas, os gestores públicos foram desafiados a apresentar novas alternativas e prestar melhores serviços. “A indignação é clara e justificável”, acrescenta. Anastasia destaca ainda as medidas administrativas que estão sendo implementadas pelo Governo de Minas, em sintonia com o movimento das ruas, as quais irão, dentre outros, reduzir o número de secretarias e de cargos de confiança e gerar uma economia de R$ 1 bilhão. “O entendimento deveria ser o de que, quanto mais o governo diminuir o tamanho de sua estrutura, mais poderá fazer pelo cidadão”,concluiu.
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