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Jovens embaixadores, estudantes mineiros da rede pública viajam para os EUA

Jovens embaixadores, estudantes mineiros da rede pública viajam para os EUA

10/01/2014 às 12h42
Por: Adelino Júnior
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image~1 Três estudantes da rede pública estadual de Minas deixam o Brasil, hoje, para uma experiência de três semanas nos Estados Unidos. Augusto César da Silva, de Ibiá, no Alto Paranaíba, Larissa Francielle Miranda, de Betim, na Região Metropolitana de BH, e Victor Gomes, de Juiz de Fora, na Zona da Mata, unem-se a 34 alunos que vão representar o país no programa . O feito deles foi se destacar entre 8 mil candidatos, após uma maratona de provas. Agora, embarcam para a América para conhecer um novo país e uma nova cultura, com recursos da do programa e do governo americano. “Eles chamaram a atenção porque são bons alunos e têm bom conhecimento em inglês. Mais do que isso, por fazerem diferença na comunidade onde vivem, por meio de trabalhos voluntários”, afirma Márcia Mizuno, assessora para Assuntos de Educação e Cultura na Embaixada dos Estados Unidos. A temporada dos estudantes na América começa em Washington. Durante dois dias, farão visitas turísticas e conhecerão um pouco mais da história do país. Em seguida, serão divididos por quatro Estados – Washington, Oklahoma, Carolina do Norte e Montana. O ritmo da programação é intenso. Nesse tempo, assistirão aulas nas escolas públicas, apresentarão os projetos que desenvolvem no Brasil e se esforçarão para estreitar o laço entre os dois países. A volta está prevista para 2 de fevereiro. Ansiedade Contando as horas para a viagem, Augusto César da, de 16 anos, não esconde a ansiedade de partir. “Em toda minha vida, mal saí de Minas Gerais. É a minha primeira viagem de avião”, comemora. Responsável, no entanto, não pensa apenas na diversão. “Quero quebrar estereótipos concebidos sobre o Brasil. Difundir ao máximo nossa cultura e absorver o que existe de melhor”, diz. Também é essa a pretensão de Larissa que, há três anos começou a se preparar para alcançar uma vaga no programa. “É mais do que um intercâmbio. Durante o tempo que estiver lá, não quero aprender apenas para mim. Vou repassar esse conhecimento para outras pessoas quando voltar ao Brasil, por meio dos trabalhos voluntários que desenvolvo na minha cidade”, comenta. Ela já faz planos de cursar relações internacionais.
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