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Justiça nega transferência do ex-goleiro Bruno para Apac

Justiça nega transferência do ex-goleiro Bruno para Apac

05/02/2014 às 09h24
Por: Adelino Júnior
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O pedido de transferência do ex-goleiro Bruno Fernandes para a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, foi negada nesta terça-feira (4) pelo juiz da Vara Criminal e da Infância e Juventude do município, Juarez Morais de Azevedo.
A informação foi repassada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Desde que a requisição foi feita, no dia 13 de novembro do ano passado, um parecer do Ministério Público foi requisitado, além da intimação ao preso para comprovar residência na cidade e do pedido do atestado carcerário, para confirmar se o ex-goleiro cometeu alguma falta grave. Ficou comprovado que Bruno sofreu duas medidas disciplinares desde sua entrada na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, também na região metropolitana. Em 2012 o ex-atleta foi alvo de um erro disciplinar, após ter enviado uma carta à imprensa por intermédio de seu advogado. A única falta grave do preso foi registrada no dia 2 de abril do ano passado. Na época, Bruno teria brigado e ameaçado de morte dois detentos que “olharam” para sua mulher, Ingrid Calheiros, durante uma visita. Ele ficou sem o direito a banho de sol por 30 dias, foi proibido de receber visitas, sair da cela e trabalhar. Além disso, ele foi condenado na justiça a perder 59 dias de remissão da pena por conta da briga. Ainda conforme o TJMG, alguns dos requisitos para se cumprir pena na Apac de Nova Lima são a comprovação de residência na comarca ou ter cometido crime no local. Relembre O ex-goleiro Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de cadeia por ser o mandante do assassinato da sua ex-amante, Eliza Samúdio. A sentença foi proferida por sete jurados na madrugada do dia 8 de março de 2013, Dia Internacional da Mulher. O ex-jogador já havia sentando no banco dos réus em novembro de 2012, no entanto, após estratégia da defesa, o caso foi desmembrado e somente Macarrão e Fernanda foram julgados. Desde então, várias manobras foram tentadas pela defesa do ex-atleta.
Fonte: O Tempo
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