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Brasil e Mundo Covid-19

Exames confirmam os dois primeiros casos da variante ômicron no país

Os dois casos são de um homem, de 41 anos, e uma mulher, de 37, provenientes da África do Sul

30/11/2021 às 18h54
Por: Fernando Natálio
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Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

O Brasil teve os dois primeiros casos da variante ômicron confirmados nesta terça-feira (30). Exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz confirmaram dois resultados positivos para a nova cepa do coronavírus no país. 

De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, os dois casos confirmados são de um homem, de 41 anos, e uma mulher, de 37, provenientes da África do Sul. O sequenciamento genético que apontou a variante nos testes foi feito pelo hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O homem e a mulher que vieram da África, continente no qual foi descoberta a nova variante, tiveram resultado positivo em exames de PCR coletados no laboratório do Albert Einstein instalado no Aeroporto Internacional de Guarulhos no dia 25 de novembro. Ambos apresentavam sintomas leves da doença.

Devido ao diagnóstico positivo e ao fato de ambos terem vindo do continente africano, foi realizado o sequenciamento genético. "Diante dos resultados positivos, o laboratório Albert Einstein adotou a iniciativa de realizar o sequenciamento genético das amostras. O laboratório notificou a Anvisa sobre os resultados positivos dos testes e sobre o início dos procedimentos para sequenciamento genético no dia 29/11 e, na data de hoje, 30/11, informou que, em análises prévias, foi identificada a variante Ômicron do Sars-Cov-2", menciona nota da Anvisa.

Não há registro de vacinação do homem e da mulher contra a Covid-19 no estado de São Paulo. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o casal foi orientado a permanecer em isolamento domiciliar e está sob monitoramento das Vigilâncias estadual e municipal de São Paulo, juntamente com seus familiares.

A cepa ômicron já foi detectada em ao menos 12 países e foi considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como variante de preocupação. Ainda não há confirmação se ela é mais transmissível ou mais letal que as demais mutações do coronavírus.

 

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