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Política Bullying

Bullying nas escolas foi tema de palestra para famílias do Cheque Lavoura

Bullying nas escolas foi tema de palestra para famílias do Cheque Lavoura

29/11/2014 às 08h15
Por: Adelino Júnior
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CAPINÓPOLIS – Famílias capinopolenses que participam do Programa Cheque Lavoura, acompanharam no último dia 10 de novembro, importante palestra que tratou sobre o Bullying na Escola. Segundo a assistente Social, Jani Aparecida Alves, a palestra tratou do Bullying nas escolas, que abordou as formas do Bullying sendo estes, violência física, verbal, moral sexual, psicológica, material e virtual  também conhecido como Cyberbullying - realizado por intermédio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras internet etc., caracterizando também o que leva os jovens serem agressores, sendo estes fatores de permissividade (não definição de limites) e omissão dos pais, nos momentos que deveriam dar limites de atitudes não sociais dos filhos, agressividade no contexto intrafamiliar onde as crianças e adolescentes reproduzem o mal recebido ou situações dificultosas momentâneas como separação traumática dos  pais entre outros. Também foi discutido, como perceber se a acriança ou adolescente está sendo vítima, qual o comportamento típico dos oprimidos, sendo que no recinto escolar no recreio encontra-se isolados dos grupos, ou perto de adultos que possam protegê-los, sempre são os últimos escolhidos em brincadeiras de grupos, na sala de aula apresenta-se retraído, faltas frequentes e em casos mais dramáticos quando ocorre agressão física apresentam hematomas, arranhões e até roupas danificadas. Já em casa queixam-se de dor de cabeça, enjoo, vômitos, perda de apetite, mudanças frequentes de estado de humor, passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou para comprar de objetos com o intuito de presentear os outros, e o principal, não querem ir para a escola. “Foi explicitado qual a consequência trágica o Bullying pode trazer para a vítima no presente e futuro, além de explanar o papel dos pais ou responsáveis tanto nas formas de prevenção como resolução do problema assim como da escola na coibição uma vez que é neste local onde os comportamentos agressivos e violadores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes, as escolas devem acionar os pais, os Conselhos Tutelares e os Órgãos de proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes, e assim evitar a impunidade e o crescimento da violência e da criminalidade infanto-juvenil”, comentou. “Temos que levar assuntos como esses no dia a dia a essas famílias, pois o trabalho social que desenvolvemos muitas vezes é o recurso que essas famílias têm”, disse a secretária municipal de Assistência Social Claudia Garcia. [slideshow_deploy id='48193']
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