Quinta, 09 de Dezembro de 2021
16°

Alguma nebulosidade

Uberlândia - MG

Saúde e Bem-estar Após

Após declarações que não aumentaria os impostos, governo federal anuncia mais 03 aumentos

Após declarações que não aumentaria os impostos, governo federal anuncia mais 03 aumentos

20/01/2015 às 10h02
Por: Adelino Júnior
Compartilhe:
O ministro da Fazenda Joaquim Levy anunciou na tarde desta segunda-feira, 19 de janeiro quatro medidas de aumento de tributos no país, que têm como objetivo incrementar R$ 20 bilhões na arrecadação do governo. Os reajustes são parte do trabalho de equilíbrio fiscal que será feito em "várias etapas", segundo o ministro. Entre as medidas está a maior tributação sobre os combustíveis. Em função do reajuste do PIS e da Cide, a gasolina deve subir R$ 0,22, anunciou Levy. Já o diesel deve subir R$ 0,15 devido ao aumento dos tributos. Os reajustes valerão a partir de 1º de fevereiro. Se os postos começarem a aplicar os R$ 0,22 previstos pelo ministro, o litro do combustível poderá ter um preço médio de R$ 3,19 em algumas capitais. [caption id="attachment_53509" align="alignright" width="336"]FormatFactorydilma Foto: PSDB/Divulgação[/caption] Foi anunciado também  aumento da alíquota do PIS/Cofins sobre a importação com  novo reajuste: passará de 9,25% para 11,75%. A medida é necessária, afirmou Levy, para equiparar a tributação nacional a de importados depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) retirou o ICMS da base de cálculo nas importações. Ainda será restabelecida a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito de 1,5% para 3%. Isso significa que o empréstimo pessoal ficará mais caro. Outra medida anunciada foi um decreto que equipada o atacadista ao setor industrial para o efeito de incidência no IPI no setor de cosméticos. Então até a beleza ficará mais caro no Brasil graças a Presidente.
É uma sequência de ações para reequilibrar a economia do ponto de vista fiscal e aumentar a confiança e o entendimento dos agentes econômicos para que em algum momento tenhamos a retomada da economia em novas condições ,afirmou Levy, lembrando que o governo também reduziu os gastos mensais.
A presidente Dilma vetou a correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, após anúncio de medidas. A correção estava prevista na Medida Provisória 656/2014,  transformada em projeto de conversão aprovado em dezembro passado pelo Senado e aguarda sanção presidencial. ZH
* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.