O Ministério da Saúde oficializa, nesta semana, a entrega de vans e micro-ônibus para dez municípios do Triângulo Mineiro. A medida visa reforçar o transporte intermunicipal de pacientes que necessitam de consultas, exames e tratamentos de alta complexidade. De acordo com o governo federal, o objetivo principal é atender cidadãos em tratamento oncológico, facilitando o acesso aos centros de referência regional.
A iniciativa integra o programa federal Agora Tem Especialistas. O processo de destinação dos veículos para a região foi acompanhado pela deputada federal Dandara junto ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Com o reforço na frota, a logística de saúde busca reduzir as dificuldades de deslocamento enfrentadas por moradores de cidades de menor porte.
Transporte para tratamento oncológico
Atualmente, o transporte sanitário configura um dos principais desafios para o atendimento de saúde no interior de Minas Gerais. Pacientes de diversas localidades precisam se deslocar para utilizar serviços como os do Hospital do Câncer. Por isso, a disponibilização desses veículos visa dar continuidade e regularidade aos tratamentos.
Sobre a destinação dos recursos, a deputada federal comentou a relevância técnica da medida: “A ausência de um transporte sanitário é hoje um gargalo para o diagnóstico e tratamento do câncer em diversos municípios. Por isso, articulei muito para garantir essas vans e micro-ônibus para essas cidades. Garantir o atendimento à saúde pública é uma prioridade do nosso mandato”, afirmou Dandara.
Distribuição dos veículos por município
Os veículos foram distribuídos conforme as necessidades técnicas e o volume de pacientes de cada localidade. As cidades de Grupiara e Romaria receberam, cada uma, uma van com capacidade para 16 passageiros. Já os municípios de Sacramento, Araxá, Campina Verde, Campo Florido, Frutal, Gurinhatã, Iturama e Monte Carmelo foram contemplados com micro-ônibus para até 30 pacientes.
O programa Agora Tem Especialistas opera sob um modelo de gestão integrada. Assim, embora as unidades fiquem sediadas em municípios específicos, elas integram a rede das macrorregiões de saúde. Este sistema permite uma organização do fluxo de atendimento que abrange também as demandas de cidades vizinhas.

