Logomarca do regionalzão, Branca com faixa laranja por baixo Logomarca do regionalzão, Branca com faixa laranja por baixo
  • ÚLTIMAS
  • CIDADES
    • UBERLÂNDIA
    • UBERABA
    • ITUIUTABA
    • ARAGUARI
  • PODER
  • ECONOMIA
  • AGRO
  • ESPORTES
  • OCORRÊNCIAS
  • COLUNISTAS
    • ADELINO JÚNIOR
    • ELÓI NAVES
    • ISMAR GOMES
    • JAIRO SILVA
    • CINDHI BELAFONTE
    • CRISTIANE GUIMARÃES
    • FABIANA BARCELOS
    • IGOR CASTANHEIRA
    • SIDNEY MORAES
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Regionalzão – Maior portal do interior de MinasRegionalzão – Maior portal do interior de Minas
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Ituiutaba
  • Uberaba
  • Araguari
Buscar...
  • ÚLTIMAS
  • CIDADES
    • UBERLÂNDIA
    • UBERABA
    • ITUIUTABA
    • ARAGUARI
  • PODER
  • ECONOMIA
  • AGRO
  • ESPORTES
  • OCORRÊNCIAS
  • COLUNISTAS
    • ADELINO JÚNIOR
    • ELÓI NAVES
    • ISMAR GOMES
    • JAIRO SILVA
    • CINDHI BELAFONTE
    • CRISTIANE GUIMARÃES
    • FABIANA BARCELOS
    • IGOR CASTANHEIRA
    • SIDNEY MORAES
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Siga-nos
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Ituiutaba
  • Uberaba
  • Araguari
© [2026] Regionalzão Notícias. Todos os direitos reservados.
- ANÚNCIO -
Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Ocorrências > Aliciamento e trabalho escravo: denúncia do MPF envolve cidades do Triângulo Mineiro
Ocorrências

Aliciamento e trabalho escravo: denúncia do MPF envolve cidades do Triângulo Mineiro

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 11 de dezembro de 2025, 10:29
Compartilhar

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou à Justiça Federal um produtor rural da região do Triângulo Mineiro pelos crimes de aliciamento fraudulento de trabalhadores e redução de pessoas à condição análoga à de escravo. O caso envolve 21 trabalhadores recrutados com falsas promessas de emprego e submetidos a condições degradantes entre maio e julho de 2017, em fazendas de Santa Juliana e municípios vizinhos do Triângulo Mineiro.

ANÚNCIO

Segundo a denúncia, as vítimas foram aliciadas em estados do Nordeste, Bahia, Maranhão e Pernambuco, com a promessa de bons salários, alojamentos adequados e ressarcimento das despesas de deslocamento. Ao chegarem a Minas Gerais, nada disso foi cumprido. As investigações indicam que a distância de mais de 24 horas entre as cidades de origem e os municípios do Triângulo Mineiro dificultava o retorno, especialmente diante das cobranças por alimentação, ferramentas e deslocamentos, reforçando um ciclo de dependência.

Condições degradantes

De acordo com o MPF, os 21 trabalhadores eram mantidos em barracos improvisados, sem condições mínimas de higiene, dormindo no chão e em ambientes superlotados. O banheiro improvisado estava quebrado, com dejetos expostos, obrigando as vítimas a lavar utensílios e roupas no mesmo local. As jornadas variavam de 11 a 13 horas diárias, sem folgas, inclusive aos fins de semana.

A Procuradoria aponta ainda que os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) não eram fornecidos. Quando solicitadas, luvas eram vendidas aos trabalhadores e os valores descontados diretamente do salário.

ANÚNCIO
Foto: Agência Brasil

Dívidas e servidão

O procurador da República Onésio Soares Amaral descreve que a principal forma de controle dos trabalhadores era o sistema de servidão por dívida, conhecido como truck system. A remuneração era feita exclusivamente em “vales” emitidos pelo fazendeiro, sem valor fora de seu estabelecimento. Os trabalhadores eram obrigados a trocar esses vales em um mercado improvisado na residência do acusado, onde os produtos eram vendidos a preços superfaturados.

Sem acesso a dinheiro e acumulando dívidas, muitos trabalhadores relataram ter passado fome. Depoimentos coletados pela Polícia Civil de Minas Gerais confirmam a situação de extremo abandono e dependência econômica imposta pelo fazendeiro.

Responsabilização

O MPF denunciou o acusado por aliciamento de trabalhadores (artigo 207, §1º, do Código Penal) e por reduzir pessoas à condição análoga à de escravo (artigo 149, caput e §1º, incisos I e II). A Procuradoria pede que ele seja condenado 21 vezes, em concurso material, para que as penas sejam somadas, correspondentes ao número de vítimas.

ANÚNCIO

O órgão também solicita a fixação de indenização mínima por danos morais no valor de R$ 100 mil para cada um dos trabalhadores submetidos ao esquema.

A denúncia agora será analisada pela Justiça Federal.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ANÚNCIO

Leia também:

Após homicídio em Uberlândia, suspeito é rastreado e preso em Itumbiara

Jornalista Tainá
Tainá Camila
20 de janeiro de 2026, 14:38

Furto em loja termina com prisão de suspeito em Monte Alegre de Minas

Jornalista Tainá
Tainá Camila
20 de janeiro de 2026, 14:29

Carregador de celular pega fogo e provoca princípio de incêndio em quarto de Araxá

Lorena Marques
Lorena Marques
20 de janeiro de 2026, 10:07
- ANÚNCIO -
Bem-vindo de volta!

Conecte-se à sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?