A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a incineração de maconha em Cascalho Rico. A ação destruiu mais de 15 quilos da droga que haviam sido apreendidos em uma operação contra o cultivo ilegal no município. O procedimento contou com o apoio direto do Ministério Público e da Vigilância Sanitária para garantir a legalidade do descarte.

A 16ª Delegacia de Polícia Civil de Estrela do Sul organizou todo o processo de logística e segurança. Para a queima do material, as autoridades escolheram os fornos de uma fábrica de cerâmica local. O ambiente ofereceu as condições térmicas e o isolamento necessários para eliminar o entorpecente sem riscos à saúde pública ou ao meio ambiente.
Origem da droga e operação policial
O entorpecente incinerado é fruto de uma investigação do 9º Departamento de Polícia Civil de Uberlândia. Em julho de 2025, os agentes descobriram uma grande plantação na zona rural de Cascalho Rico. Na ocasião, a polícia identificou uma estrutura completa de produção, que incluía sistemas de cultivo, secagem e armazenamento.
Durante aquela operação, os investigadores prenderam um casal em flagrante e apreenderam um adolescente. De acordo com os laudos periciais, a maconha produzida apresentava alto teor de THC. Essa característica aumentava significativamente o valor da droga no mercado ilegal, o que reforça o impacto financeiro causado ao tráfico local com a destruição do material.

