Operação Murus desarticula esquema de tráfico no Triângulo Mineiro 

Nova fase da operação cumpre nove mandados judiciais contra grupo especializado na distribuição de drogas em larga escala.

Lorena Marques
Foto: MPMG/Divulgação

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prendeu cinco pessoas na manhã desta segunda-feira (6) durante a nova fase da Operação Murus. A força-tarefa cumpriu nove mandados judiciais na região do Triângulo Mineiro. O objetivo principal da ação é desarticular uma organização criminosa que comanda um esquema de distribuição de drogas em grandes proporções.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) coordenou os trabalhos por meio do Gaeco de Uberlândia. A mobilização contou com o apoio integrado das polícias Militar, Civil e Penal do Estado.

A estrutura logística do crime organizado

De acordo com as investigações dos órgãos de segurança, os novos alvos capturados integram diretamente a complexa estrutura logística do grupo. Portanto, os suspeitos exerciam papéis fundamentais para viabilizar o transporte e o comércio em massa dos entorpecentes na região.

Até o momento, as autoridades não divulgaram a identidade dos detidos. Além disso, as corporações ainda trabalham na pesagem dos materiais e não publicaram o balanço total de drogas apreendidas nesta manhã.

Histórico e desdobramentos da investigação

A desarticularão desse grupo criminoso começou a partir de uma prisão estratégica efetuada pelas equipes de segurança no dia 10 de junho. Naquela primeira fase da operação, a Justiça expediu sete mandados de busca e apreensão.

Durante as diligências iniciais, os policiais localizaram seis alvos em endereços de Uberlândia. Além disso, as equipes encontraram outro suspeito no município de Uberaba, ação que contou com o apoio do Gaeco local.

Com o avanço das investigações e a análise minuciosa dos materiais apreendidos nas etapas anteriores, o Poder Judiciário deferiu as novas medidas cautelares aplicadas nesta segunda-feira.

Por fim, o Ministério Público e as polícias de Minas Gerais ressaltaram que os trabalhos de inteligência continuam. As forças de segurança buscam identificar e prender outros possíveis elos que integram essa rede criminosa.

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