A segunda fase da Operação Escobar, deflagrada nesta quarta-feira, 30 de julho, em Uberlândia, foca na repressão a uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e armas, além de lavagem de dinheiro. A ação integrada, que reúne o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) através do Gaeco e da 9ª Promotoria de Justiça de Uberlândia, Polícia Militar e Polícia Civil, resultou na apreensão de seis veículos de luxo e no bloqueio de cerca de R$ 3 milhões em contas bancárias de três investigados.
Os dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos na cidade, reforçando o combate à criminalidade organizada na região. Os veículos e os valores bloqueados visam ressarcir o Estado pelos danos causados pela organização criminosa, além de descapitalizar o grupo.
O contexto da operação
A primeira fase da Operação Escobar, realizada no final de junho, já havia cumprido 24 mandados judiciais, incluindo 11 de busca e apreensão, 10 de prisão e 3 de sequestro de veículos. Esta continuidade demonstra o compromisso das forças de segurança com a ordem pública e a segurança da população.
O nome da operação, “Escobar”, faz alusão a Pablo Escobar, um dos criminosos mais notórios da história. Além disso, a referência também se liga ao apelido de um dos principais alvos da organização criminosa investigada. As investigações da Regional Uberlândia do Gaeco seguem em sigilo, buscando desarticular completamente o esquema criminoso.
