As articulações para as Eleições 2026 ganharam ritmo acelerado no estado com a liberação de quase R$ 5 bilhões do Fundão Eleitoral pelo TSE.
Em Uberlândia, o destaque político ficou para a posse de Renato Rezende no cargo de secretário estadual de Governo de Minas Gerais.
Renato Rezende deixou a gestão do prefeito Paulo Sérgio e a presidência do MDB para assumir a pasta responsável pela articulação política do Estado.
A nomeação devolve a Uberlândia o posto mais estratégico do governo mineiro após três décadas de hiato.
O último representante local na posição havia sido João Pedro Gustin, durante a gestão do ex-governador Eduardo Azeredo.
“Depois de uma longa espera de três décadas, Uberlândia volta ao centro do poder”, destacou o jornalista Jairo Silva no podcast Atualidades.
Presidenciáveis e alianças intensificam campanhas em Minas Gerais
Paralelamente às mudanças no secretariado, Minas Gerais virou rota obrigatória para os pré-candidatos ao Palácio do Planalto.
O governador Romeu Zema iniciou sua agenda presidencial por Montes Claros, focando estratégias na internet devido à ausência de tempo de rádio e TV.
Já Flávio Bolsonaro lançou sua caminhada em Juiz de Fora, ao lado dos pré-candidatos Flávio Roscoe e Domingo Sávio.
No campo da esquerda, o presidente Lula confirma agenda em Belo Horizonte para respaldar a pré-candidatura de Patrus Ananias ao governo mineiro.
As indefinições persistem no bloco formado por Rede e Psol, que divergem sobre o apoio formal a Alexandre Kalil.
Enquanto isso, articulações lideradas por João Júnior indicam apoio da legenda a Cleitinho na corrida estadual.
