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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Poder > Caso de racismo na Vila Olímpica vira pauta na Câmara e organização de torneio é cobrada
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Caso de racismo na Vila Olímpica vira pauta na Câmara e organização de torneio é cobrada

Após mulher ser detida por suspeita de chamar criança de 8 anos de "macaca preta", vereador cobra apuração rigorosa em pleno Mês da Consciência Negra.

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 11 de novembro de 2025, 6:00
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O caso de injúria racial ocorrido neste domingo (9) durante um jogo de futebol feminino na Vila Olímpica, em Uberlândia, ganhou repercussão política e gerou uma onda de indignação que chegou à Câmara Municipal nesta segunda-feira (10).

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Conforme o Regionalzão noticiou, uma confusão generalizada foi registrada após uma mulher, que assistia à partida pela Copa Sete, ter sido acusada de chamar o filho de 8 anos de uma das atletas de “macaquinho preto”. A Polícia Militar foi acionada e conduziu a suspeita e outra mulher, envolvida na briga que se seguiu, para a delegacia.

Nesta segunda, o caso foi levado à tribuna da Câmara pelo vereador Professor Ronaldo Amélio. Durante seu pronunciamento na sessão ordinária, o parlamentar classificou o episódio como “um absurdo” e cobrou uma resposta firme das autoridades.

“Infelizmente, em pleno Mês da Consciência Negra, uma pessoa foi detida por atos racistas contra uma criança de apenas 8 anos“, lamentou o vereador. “O esporte é importante para a formação do cidadão, e num evento esportivo como aquele, uma adulta desferiu palavras racistas para com a criança, chamando-a de ‘macaca preta’. Não cabem mais atos racistas em nenhum lugar do mundo, muito menos em nossa cidade.”

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O vereador destacou que a suspeita foi detida pela PM e que o combate a essas práticas deve ser veemente.

O vereador Professor Ronaldo Amélio, usando óculos, camisa social clara e terno escuro, discursa ao microfone na tribuna da Câmara Municipal de Uberlândia.
O vereador Professor Ronaldo (PT) durante pronunciamento na Câmara Municipal. Foto: Aline Rezende.

Próximos Passos: Investigação e Sanções

O desdobramento do caso agora segue em duas frentes: a policial e a administrativa (esportiva).

Na esfera policial, a Polícia Civil deve dar andamento ao inquérito. No boletim inicial, a suspeita negou as acusações. Desde janeiro de 2023, a Lei 14.532 equiparou a injúria racial ao crime de racismo, tornando-o inafiançável e imprescritível. Se o crime for comprovado em contexto de atividade esportiva, a pena prevista é de reclusão de 2 a 5 anos.

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A expectativa é pela abertura de um procedimento administrativo interno do torneio para apurar a conduta da torcedora. Regulamentos de competições esportivas geralmente preveem sanções severas para atos de racismo, que podem ir desde a suspensão da equipe associada à torcedora até o banimento permanente da pessoa dos locais de jogos.

Veja:

  • VÍDEO: Denúncia de injúria racial durante jogo infantil termina com mulheres detidas na Vila Olímpica, em Uberlândia

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