Condenado pelo 8 de janeiro entra em desespero ao ser preso em Uberlândia

Marco Alexandre Machado de Araújo gravou a própria prisão em Uberlândia e alegou que não sobreviveria ao retorno para o regime fechado.

Adelino JúniorSirley de Araújo
GRUPO EXCLUSIVO

Bastidores da política em primeira mão

Grupo ativo agora · Acesso gratuito

A Polícia prendeu novamente Marco Alexandre Machado de Araújo, de 56 anos, na tarde desta sexta-feira (17), em Uberlândia. O momento da detenção foi marcado por cenas de forte impacto, registradas pelo próprio apenado em um vídeo que circula nas redes sociais. Nas imagens, o homem aparece visivelmente abalado, chorando e questionando a ordem de prisão definitiva.

A abordagem ocorreu na residência do mesmo, que cumpria pena em regime domiciliar. No entanto, com a decisão final e definitiva da sentença pelos atos de 8 de janeiro, a Justiça determinou o início imediato da reclusão de 14 anos. Durante a gravação, Marco Alexandre Machado de Araújo clama por ajuda.

Detalhes do registro e estado de saúde em Uberlândia

O vídeo revela um estado de desespero acentuado. Marco Alexandre chega a mencionar que sua saúde mental está comprometida e que teme pela própria vida no sistema prisional comum. Além disso, a defesa técnica do morador de Uberlândia reforçou que o cliente sofre de Transtorno Esquizofrênico. De acordo com os advogados, o isolamento e o ambiente carcerário podem agravar severamente o quadro clínico já instável.

Apesar do apelo emocional contido no registro, a Polícia seguiu o protocolo legal para o cumprimento do mandado expedido pelo Supremo Tribunal Federal. O condenado foi conduzido à delegacia para os procedimentos de praxe. Por outro lado, a família e os advogados tentam, agora de forma urgente, converter a pena em prisão domiciliar humanitária, utilizando as imagens do surto emocional como prova da vulnerabilidade do réu.

Conteúdo faz parte da Coluna Poder, assinada por Adelino Júnior, que acompanha os bastidores da política no Triângulo Mineiro. Envie informações e sugestões à coluna pelo WhatsApp: (34) 99791-0994.

Compartilhe este artigo
1 comentário