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Início / Notícias / Poder / CPI da Saúde deve ser arquivada nesta quarta (8) em Uberlândia
Poder

CPI da Saúde deve ser arquivada nesta quarta (8) em Uberlândia

Com parecer da Procuradoria da Casa e nova reunião convocada para esta quarta, comissão entra na reta decisiva em Uberlândia

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 8 de abril de 2026, 5:00
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Plenário da Câmara Municipal de Uberlândia com vereadores reunidos durante sessão sobre a CPI da Saúde
Sessão no plenário da Câmara de Uberlândia durante análise da CPI da Saúde. Foto: Aline Rezende

A expectativa nos bastidores da Câmara Municipal de Uberlândia é de que a CPI da Saúde caminhe para o arquivamento. O movimento ganhou corpo depois que a Procuradoria Jurídica da Casa concluiu que o objeto da comissão, da forma como foi apresentado, não atende ao requisito de fato determinado.

Na prática, o parecer técnico aponta uma limitação clara. Indica que que a investigação não poderia seguir com um escopo amplo. Esse entendimento passou a funcionar como base jurídica para o encerramento dos trabalhos da comissão, que foi criada para apurar suspeitas de desvios milionários na área da saúde do município.

O novo passo desse processo está marcado para esta quarta-feira. Documento assinado pelo vereador Ronaldo Tannús, presidente da CPI, convoca os membros para a 4ª reunião da comissão, a ser realizada logo após o fim da 4ª reunião ordinária da Câmara. Segundo o ofício, a pauta inclui análise de parecer e demais deliberações.

Parecer virou eixo central da discussão

Em dezembro do ano passado, a própria Câmara informou oficialmente que a Procuradoria Jurídica havia concluído pelo arquivamento dos autos e pelo encerramento da CPI. O argumento central foi o de que comissões parlamentares de inquérito precisam indicar fato determinado, concreto e identificado, sem margem para uma apuração genérica.

Na mesma ocasião, o vereador Professor Conrado Augusto defendeu a continuidade da investigação, afirmando que os documentos já reunidos eram relevantes e que o caso poderia envolver valores ainda maiores. A Câmara registrou também que o relator, Neemias Miquéias, deveria produzir manifestação sobre os pontos levantados no parecer da Procuradoria.

Antes disso, em novembro, a segunda reunião da comissão já havia deixado claro o tamanho da disputa interna. Naquele momento, a CPI tratava de suposto desvio de mais de R$ 6,5 milhões da Secretaria Municipal de Saúde, enquanto requerimentos pediam informações ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Executivo.

Bastidor político mudou antes do desfecho formal

O dado mais relevante no tabuleiro político é que o esvaziamento dessa CPI acabou acelerando outra frente. Conforme apuração já discutida nos bastidores e em coberturas anteriores da Coluna Poder, um novo pedido de CPI, com objeto mais delimitado, começou a ser articulado antes mesmo do encerramento formal do requerimento anterior.

Esse movimento mostra duas coisas. A primeira é que a oposição e parte dos independentes já tratam como provável o enterro da atual comissão. A segunda é que ninguém quer deixar o tema da saúde sair da agenda política da cidade.

Vereador Neemias Miquéias, relator da CPI da Saúde, discursa no plenário da Câmara Municipal de Uberlândia
Vereador Neemias Miquéias, relator da CPI da Saúde, durante fala na Câmara de Uberlândia. Foto: Aline Rezende

Não se trata apenas de uma disputa jurídica. É também uma disputa de narrativa. Para um grupo, o parecer da Procuradoria oferece a saída institucional para encerrar uma comissão considerada frágil do ponto de vista técnico. Para outro, o arquivamento pode reforçar o discurso de que a Câmara não conseguiu levar adiante uma investigação sobre um caso de grande repercussão.

A reunião desta quarta pode consolidar o desfecho

A convocação encaminhada aos vereadores Pezão do Esporte, Jair Ferraz, Neemias Miquéias e Professor Conrado Augusto indica que a comissão entrou em fase decisiva.

Se o entendimento da Procuradoria prevalecer, a tendência é de encerramento da CPI. Se houver reação política suficiente, o debate pode ganhar novo capítulo. Mas, hoje, a leitura predominante nos corredores da Câmara é uma só: o ambiente está mais favorável ao arquivamento do que à ampliação da investigação.

Nos bastidores, o caso já produziu um efeito colateral importante. A discussão deixou de ser apenas sobre o mérito das suspeitas e passou a girar, principalmente, em torno da forma como a comissão nasceu. E, em política, quando o debate sobre o rito engole o debate sobre o fato, quase sempre o desfecho já começou a ser escrito.

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