Logomarca do regionalzão, Branca com faixa laranja por baixo Logomarca do regionalzão, Branca com faixa laranja por baixo
  • ÚLTIMAS
  • CIDADES
    • UBERLÂNDIA
    • UBERABA
    • ITUIUTABA
    • ARAGUARI
  • PODER
  • ECONOMIA
  • AGRO
  • ESPORTES
  • OCORRÊNCIAS
  • COLUNISTAS
    • ADELINO JÚNIOR
    • ELÓI NAVES
    • ISMAR GOMES
    • JAIRO SILVA
    • CINDHI BELAFONTE
    • CRISTIANE GUIMARÃES
    • FABIANA BARCELOS
    • IGOR CASTANHEIRA
    • SIDNEY MORAES
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Regionalzão – Maior portal do interior de MinasRegionalzão – Maior portal do interior de Minas
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Ituiutaba
  • Uberaba
  • Araguari
Buscar...
  • ÚLTIMAS
  • CIDADES
    • UBERLÂNDIA
    • UBERABA
    • ITUIUTABA
    • ARAGUARI
  • PODER
  • ECONOMIA
  • AGRO
  • ESPORTES
  • OCORRÊNCIAS
  • COLUNISTAS
    • ADELINO JÚNIOR
    • ELÓI NAVES
    • ISMAR GOMES
    • JAIRO SILVA
    • CINDHI BELAFONTE
    • CRISTIANE GUIMARÃES
    • FABIANA BARCELOS
    • IGOR CASTANHEIRA
    • SIDNEY MORAES
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Siga-nos
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Ituiutaba
  • Uberaba
  • Araguari
© [2026] Regionalzão Notícias. Todos os direitos reservados.
- ANÚNCIO -
Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Poder > Escritura apresentada por Sóstenes prova compra, não a venda do imóvel em Ituiutaba
Poder

Escritura apresentada por Sóstenes prova compra, não a venda do imóvel em Ituiutaba

Documento confirma aquisição, mas não comprova venda nem recebimento lícito dos valores citados

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 25 de dezembro de 2025, 6:00
Compartilhar

A tentativa do deputado federal de justificar a posse de R$ 470 mil em dinheiro vivo acabou deslocando o foco da investigação para um ponto anterior da narrativa.

ANÚNCIO

A pergunta que agora ganha força é outra:

quem comprou o imóvel em dinheiro vivo do parlamentar?

O questionamento surgiu após a divulgação de um vídeo em que Sóstenes exibe uma escritura pública para sustentar a legalidade de sua evolução patrimonial. O documento, no entanto, esclarece apenas parte da história.

ANÚNCIO

O que a escritura realmente comprova

A escritura apresentada foi lavrada no 3º Cartório de Notas de Ituiutaba e tem data de 15 de fevereiro de 2023. O conteúdo do documento é claro: Sóstenes Cavalcante figura como comprador do imóvel.

No vídeo divulgado, o deputado afirma: “o imóvel é uma casa que eu comprei em dois mil e vinte e três, na cidade de Ituiutaba, devidamente registrado em cartório, em meu nome, no meu CPF”.

Ou seja, tanto a fala quanto o documento caminham na mesma direção ao confirmar a aquisição do bem.

ANÚNCIO

O ponto de tensão surge na etapa seguinte da narrativa. Ao confirmar a compra, o documento acaba abrindo uma nova frente de interesse público e investigativo: a identidade do comprador do imóvel e as condições dessa negociação inicial, que não foram detalhadas publicamente.

Quem comprou e como foi pago?

Até o momento, o deputado não detalhou publicamente quem foi o comprador do imóvel, tampouco os termos da transação realizada.

Em apurações que envolvem dinheiro vivo, esse tipo de informação costuma ser decisivo. A cadeia patrimonial — quem vendeu, quem comprou, por qual valor e de que forma — é analisada para afastar ou confirmar indícios de operações atípicas.

Nos bastidores, investigadores avaliam se o histórico anterior do imóvel pode ajudar a esclarecer:

  • o valor efetivo da compra;
  • a forma de pagamento utilizada;
  • a compatibilidade da operação com a renda declarada;
  • e a eventual circulação de recursos em espécie já naquela etapa.

Venda posterior segue sem comprovação

Há um ponto que causa estranhamento adicional no relato apresentado: a forma de pagamento.

No vídeo, Sóstenes afirma que recebeu R$ 500 mil “à vista, em dinheiro”, mas não deixa claro se o pagamento teria sido feito diretamente pelo comprador ou intermediado por imobiliária. Em operações imobiliárias dessa natureza, o uso de dinheiro vivo é considerado atípico e costuma acionar alertas automáticos de fiscalização.

O fato objetivo até aqui é outro: o vídeo e a escritura apenas comprovam que o deputado possuía um imóvel. Eles não comprovam, até o momento, que esse imóvel foi efetivamente vendido nem que houve o recebimento lícito de valores decorrentes dessa suposta venda.

Essa distinção é central para a apuração. Propriedade declarada não equivale a alienação comprovada.

Outro ponto sensível é o efeito colateral da narrativa apresentada. Caso o parlamentar venha a identificar publicamente quem teria comprado o imóvel, o ônus da explicação não recairá apenas sobre ele.

Quem for citado como comprador também terá de demonstrar:

  • a origem dos recursos utilizados;
  • a capacidade financeira para pagamento em espécie;
  • a compatibilidade da operação com sua renda declarada.

É nesse ponto que, segundo fontes ouvidas pela Coluna Poder, o problema começa de fato. A rastreabilidade do dinheiro passa a envolver terceiros, ampliando o alcance da investigação.

Enquanto isso não ocorre, a versão apresentada permanece como narrativa política — não como prova documental suficiente.

Essa segunda etapa, no entanto, segue sem comprovação documental pública. Até agora, não foi apresentada escritura, contrato de venda ou identificação do comprador.

A ausência mantém o foco da investigação e reforça os alertas sobre transações imobiliárias de alto valor liquidadas em dinheiro, que normalmente acionam comunicações obrigatórias.

A Coluna Poder procurou o deputado para solicitar esclarecimentos formais sobre a identificação do comprador e a forma de pagamento da suposta venda do imóvel, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.

Ituiutaba no centro do radar

Embora eleito pelo Rio de Janeiro, Sóstenes mantém vínculos políticos e pessoais com Ituiutaba. O vídeo utilizado pelo deputado para exibir a escritura foi publicado nas redes sociais por Hermano Freitas, pré-candidato a deputado federal e candidato derrotado nas eleições de 2024 à Prefeitura de Ituiutaba.

Hermano já declarou publicamente, em mais de uma ocasião, que considera Sóstenes “como um pai”, evidenciando a relação política e pessoal entre os dois.

A divulgação do documento por um aliado político ajuda a dimensionar o peso regional do episódio e explica por que o caso extrapolou o campo jurídico, passando a produzir efeitos também no debate político local.

Fontes ouvidas pela Coluna Poder avaliam que, enquanto quem vendeu o imóvel ao deputado não for claramente identificado, o episódio continuará gerando ruído político e questionamentos públicos.

A PF segue analisando os documentos e materiais apreendidos. Novas informações devem surgir com o avanço das perícias e cruzamentos patrimoniais.

Deputado federal Sóstenes Cavalcante durante entrevista, gesticulando com a mão direita, em ambiente institucional.
Deputado Sóstenes Cavalcante durante coletiva a imprensa no salão verde da Câmara dos Deputados. Foto Lula Marques/ Agência Brasil

Conteúdo faz parte da Coluna Poder, assinada por Adelino Júnior, que acompanha os bastidores da política no Triângulo Mineiro.
Envie informações e sugestões à coluna pelo WhatsApp: (34) 99791-0994.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp
1 comentário 1 comentário
  • Rogerio inacio de oliveira disse:
    25 de dezembro de 2025, 18:48 às 18:48

    O ministro Alexandre comprou uma casa por 12 milhões em dinheiro….e aí? Como fica a comprovação da origem e renda de um juiz que recebe 45.000,00. Olhem para o lugar certo….essa casa do deputado é um barraco perto do imperador.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ANÚNCIO

Leia também:

Paulo Sérgio e Odelmo Leão participam de ato político em Uberlândia, sob chuva de confetes, ao lado de apoiadores durante evento de campanha.

Caixa ou dívida? Transição em Uberlândia vira embate público

Adelino Júnior
Adelino Júnior
21 de janeiro de 2026, 21:06
Deputado federal Nikolas Ferreira caminha por rodovia ao lado de apoiadores, durante percurso simbólico de Minas Gerais até Brasília, em manifestação política pacífica.

Caminhada de Nikolas Ferreira vira símbolo político e pressiona o debate nacional

Adelino Júnior
Adelino Júnior
20 de janeiro de 2026, 18:11
Homem de camisa branca sentado em poltrona preta, falando durante gravação de entrevista política em estúdio com fundo claro. Ele gesticula com uma das mãos enquanto explica um ponto político, em ambiente profissional e bem iluminado.

João Júnior diz que base política vem de Odelmo e reconhece impacto eleitoral

Adelino Júnior
Adelino Júnior
19 de janeiro de 2026, 18:10
- ANÚNCIO -
Bem-vindo de volta!

Conecte-se à sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?