Durante um evento voltado às mulheres em Ituiutaba, a prefeita Leandra Guedes se emocionou ao relatar episódios de violência emocional, psicológica e política que afirma ter enfrentado ao longo de sua trajetória recente na vida pública.
Em um discurso marcado por momentos de emoção, Leandra afirmou que decidiu falar abertamente sobre o assunto para incentivar outras mulheres a não aceitarem nenhum tipo de violência.
“A cada três mulheres, uma já sofreu ou ainda vai sofrer violência de alguma forma. Infelizmente eu sou uma dessas três mulheres”, declarou.
Segundo a prefeita, as situações relatadas não envolveram agressão física, mas incluíram pressão psicológica, ameaças e episódios que ela classificou como violência política.
Relato de chantagem
Durante a fala, Leandra afirmou que chegou a enfrentar chantagens envolvendo uma foto íntima de um relacionamento antigo. De acordo com ela, o material teria sido enviado a terceiros com o objetivo de pressioná-la politicamente.
“Usaram uma foto íntima minha de um relacionamento antigo para fazer chantagem. Isso é pornografia de revanche”, disse.
A prefeita também relatou que buscou apoio em diferentes momentos e que chegou a se sentir isolada diante da situação.
“Quando eu precisei, eu me senti muito sozinha. Bati em algumas portas e as pessoas tinham medo, porque era uma mulher lutando contra um parlamentar”, afirmou.
Segundo ela, a situação resultou em um pedido judicial de proteção.
“Eu consegui, através do juiz, uma medida protetiva. Porque as ameaças eram muitas”, relatou.
Pressão política
Ainda durante o discurso, a prefeita relatou que teria sofrido pressões políticas relacionadas ao exercício do cargo.
“Disseram que iam me destruir politicamente, que iam mostrar para a cidade que eu era incompetente”, afirmou.
Leandra também relatou que decidiu não ceder a pressões ligadas a repasses e emendas políticas.
“Disseram que eu não teria mais nenhum centavo de emenda. Eu pensei: é melhor não ter do que viver essa tortura”, disse.
Coluna Poder • Conteúdo assinado por Adelino Júnior , jornalista e editor-chefe do Regionalzão, acompanhando os bastidores da política no Triângulo Mineiro.
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Esquerdista é engraçado(a). Se envolve com um pulha como o Janones, depois se assusta com as consequências disso. Pior é achar que todo homem é igual ao Janones. Homens de direita não são iguais ao Janones. A luta dela é defender mulheres que se envolvem com pessoas de má índole como ela se envolveu. É esquerdista se protegendo de esquerdista. Pelo menos ela está buscando a Deus, isso é totalmente certo.
Esquerdista é engraçado(a). Se envolve com um pulha como o Janones, depois se assusta com as consequências disso. Pior é achar que todo homem é igual ao Janones. Homens de direita não são iguais ao Janones. A luta dela é defender mulheres que se envolvem com pessoas de má índole como ela se envolveu. É esquerdista se protegendo de esquerdista. Pelo menos ela está buscando a Deus, isso é totalmente certo. Torço para que ela consiga encontrar e seguir pelo lado certo.