O candidato a deputado federal Maykon (PSB) afirmou ter sido alvo de intimidação durante uma carreata de campanha em Patrocínio, no Alto Paranaíba. Segundo o candidato, a Polícia Militar interveio no ato e determinou que a carreata fosse interrompida.
A classificação do episódio como “intimidação” é feita por Maykon. Até o momento, não há elementos apresentados ao Regionalzão que permitam afirmar que a atuação policial tenha ocorrido por motivação política ou eleitoral.
Maykon questiona ação durante carreata
De acordo com o relato apresentado por Maykon, a intervenção policial ocorreu enquanto sua campanha realizava uma carreata pelas ruas de Patrocínio.
O candidato afirma que policiais militares solicitaram a interrupção do ato. Após o episódio, Maykon passou a questionar publicamente a abordagem e classificou a situação como uma tentativa de intimidação à sua campanha.
A afirmação representa a versão e a interpretação do candidato sobre o ocorrido. O Regionalzão não teve acesso, até a publicação desta matéria, a documentos ou informações oficiais que indiquem o motivo da intervenção.
Também não há, entre os elementos apresentados à reportagem, informações que permitam atribuir a abordagem a adversários políticos ou relacioná-la a uma eventual interferência externa na atuação policial.
Regionalzão procura Polícia Militar
Diante das declarações de Maykon, o Regionalzão procurou a Polícia Militar para obter a versão da corporação e esclarecer as circunstâncias da ocorrência.
A reportagem perguntou se a PM confirma a abordagem e o pedido para interrupção da carreata, qual foi o motivo da intervenção e se alguma irregularidade teria sido constatada durante o ato de campanha.
O Regionalzão também questionou se houve registro de ocorrência, autuação ou outra providência e se a intervenção ocorreu por iniciativa da equipe policial presente ou após algum acionamento ou denúncia.
A corporação ainda foi questionada especificamente sobre a afirmação de Maykon de que o episódio teria representado uma tentativa de intimidação.
Até o fechamento desta matéria, não havia retorno da Polícia Militar. O posicionamento da corporação será acrescentado ao conteúdo caso seja encaminhado.

