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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Poder > Não vire o ano sem entender a lógica por trás da escolha de Flávio Bolsonaro
Poder

Não vire o ano sem entender a lógica por trás da escolha de Flávio Bolsonaro

A decisão que parece confusa para o eleitor ganha coerência quando analisada como estratégia de sobrevivência política

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 28 de dezembro de 2025, 6:00
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À primeira vista, a sinalização de Jair Bolsonaro em favor do nome de Flávio Bolsonaro para 2026 parece um erro clássico. Um candidato com rejeição consolidada, dificuldade de diálogo com o centro e pouco alcance fora do núcleo bolsonarista.

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Essa leitura, no entanto, parte de um pressuposto equivocado: o de que Bolsonaro está jogando para vencer a próxima eleição.

Não está.

O movimento precisa ser entendido sob outra lógica. Bolsonaro joga para continuar sendo o dono da direita brasileira— mesmo que isso custe uma derrota eleitoral.

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A disputa que Bolsonaro realmente trava

Lula não é o principal problema de Bolsonaro hoje. O nome que acende o sinal de alerta atende por Tarcísio de Freitas.

Governador de São Paulo, Tarcísio reúne características que Bolsonaro nunca teve ao mesmo tempo: boa aceitação fora da bolha ideológica, diálogo com o mercado, respeito institucional e capacidade de atrair apoios no Congresso e entre governadores.

Mais do que isso: Tarcísio cresceu sem depender diretamente do bolsonarismo radical. E isso, para Bolsonaro, é perigoso.

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Se esse processo avançasse sem reação, o resultado seria previsível. Mesmo derrotado em 2026, Tarcísio poderia sair da eleição como líder natural da direita, empurrando Bolsonaro para a condição de ex-presidente influente — mas não mais central.

Liderança não se herda, se impõe

Na política, raramente o poder é transmitido de forma voluntária. Ele é disputado.

Bolsonaro entendeu que permitir a consolidação de um sucessor competitivo seria abrir mão do controle do próprio campo. E decidiu agir antes que o processo se tornasse irreversível.

A escolha de Flávio Bolsonaro cumpre exatamente esse papel. Não como projeto eleitoral robusto, mas como instrumento de controle político.

Flávio não constrói autonomia. Não rivaliza com o pai. Não cria um novo polo de poder. Ele preserva o centro gravitacional do bolsonarismo onde sempre esteve: em Jair Bolsonaro.

Um custo calculado

É evidente que a aposta em Flávio aumenta a chance de derrota em 2026. O centro tende a se afastar, a rejeição se concentra e a polarização se intensifica.

Mas, do ponto de vista de Bolsonaro, perder a eleição não é o pior cenário possível.

O pior cenário seria assistir a um aliado ganhar espaço, reorganizar a direita e, com o tempo, tornar-se maior que o próprio criador.

Entre perder o Planalto e perder a hegemonia do campo conservador, Bolsonaro escolheu a primeira opção.

O recado a Tarcísio

A movimentação também reposiciona Tarcísio no tabuleiro. As alternativas que se apresentam são limitadas:

– Confrontar Bolsonaro diretamente, enfrentando uma base radical fiel ao ex-presidente.
– Buscar o centro político, correndo o risco de perder identidade e sustentação interna.
– Recuar, preservar São Paulo e adiar o projeto nacional.

Nenhuma delas permite avanço imediato sem custos relevantes.

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, fala ao microfone durante audiência pública na Câmara dos Deputados sobre segurança pública, com autoridades ao fundo.
Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, durante audiência pública sobre competências federativas na segurança pública. Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

Lula joga parado

Enquanto isso, Lula observa.

A divisão no campo adversário reduz a necessidade de exposição, concentra rejeições e enfraquece pontes com o centro político. O presidente não precisa se movimentar. O tabuleiro trabalha a seu favor.

Presidente Lula conversa ao pé do ouvido com o presidente da Câmara, Hugo Motta, durante cerimônia oficial no Palácio do Planalto, em Brasília.
Brasília (DF), 23/12/2025 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, durante a posse ao novo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma lógica dura, mas coerente

A decisão de Bolsonaro não nasce do improviso nem da desorganização. É fruto de um cálculo frio, típico de quem prioriza sobrevivência política e controle de longo prazo.

O problema é que, quando o debate eleitoral deixa de girar em torno de projetos de país e passa a orbitar disputas de poder pessoal, o resultado raramente é virtuoso.

No fim das contas, pouco importa quem vence a eleição.

Quem perde é o Brasil.

Senador Flávio Bolsonaro em sessão no Congresso Nacional, em imagem de perfil, com expressão séria durante atividade parlamentar.
Senador Flávio Bolsonaro durante sessão no Congresso Nacional. Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Conteúdo faz parte da Coluna Poder, assinada por Adelino Júnior, que acompanha os bastidores da política no Triângulo Mineiro.
Envie informações e sugestões à coluna pelo WhatsApp: (34) 99791-0994.

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4 Comentários 4 Comentários
  • Julio disse:
    28 de dezembro de 2025, 8:09 às 08:09

    Com todo o respeito, essa opinião é uma grande bobagem. Bolsonaro dificilmente poderá concorrer, e mesmo se a (in) justiça permitir, talvez ele não tenha sequer saúde pra isso por conta das consequências da facada do ex integrante do PSOL. Então, ser o maior líder ou não da direita não faz a mínima importância atualmente. Também é um erro achar que o Flávio Bolsonaro não consiga ganhar, e nem que ele não consiga atrair votos do centrão, estamos vendo ele se movimentar muito facilmente, e com boa desenvoltura e habilidade inclusive. Outro engano é comparar o Tarcísio com o Bolsonaro, nem o Tarcísio e nem político nenhum consegue lotar ruas como o Jair Bolsonaro fez por tantas vezes. Tarcísio é bom, mas não era ninguém na política, só se tornou ministro e depois se elegeu governador graças ao Bolsonaro, todo mundo sabe disso, até ele mesmo admite, mas este jornalista se nega a admitir esse fato. Tarcísio até tem simpatia entre os neutros, mas perderia todos os votos da direita numa simples aproximação errada, a desconfiança sobre ele só cresce entre os direitistas. Não adianta,, a maior e insubstituível liderança da direita, atende pelo nome de Jair Bolsonaro, um fenômeno nunca visto e dificilmente veremos outro, enquanto o mesmo estiver vivo, isso não mudará, goste o jornalista ou não. O resto parece só torcida, uma infundada tentativa de justificar uma preferência. Um grande problema do brasileiro é se negar a ser radicalmente a favor do que é correto. Fato é que ser de esquerda é gostar do que é errado e ser neutro é uma ilusão de ser “limpinho” e sensato. Eu, não tenho vergonha de ser radical com o que é certo, e intolerante com o que é errado, sou mesmo, é assim que devemos ser. Só Deus pode salvar o Brasil.

    Responder
  • Luiz Carlos Vilela Cardoso disse:
    28 de dezembro de 2025, 8:17 às 08:17

    A lógica é que a DIREITA CORRUPTA EM CONLUIO COM O CENTRÃO NAO DEIXAM O GOVERNO TRABALHAR.. SEMPRE VOTAM CONTRA TODO E QUALQUER TIPO DE BENEFICIO P/ O POVO. SO VOTAM PEC DA BANDIDAGEM, ANISTIA PRA GOLPISTAS, JABUTIS PARA AUMENTAR OS GASTOS DO GOVERNO E AS EMENDAS DE RELATOR DIGA SE ORCAMENTO SECRETO, PRA ROUBAR DINHEIRO DO POVO,MAS O BRASIL VAI VARRER ESSES INIMIGOS DO BRASIL É NAS URNAS. Acorda Brasil.

    Responder
  • Julio disse:
    28 de dezembro de 2025, 10:06 às 10:06

    Não publicaram mina opinião educada e fundamentada só porque eu não concordei com o jornalista. Quase uma hora depois publicaram a opinião do esquerdista acima cheia de ataques raivosos, em caixa alta e sem sentido nenhum. Essa é a “democracia”, que piada.

    Responder
  • Julio disse:
    29 de dezembro de 2025, 12:02 às 12:02

    Para o Sr Luiz Carlos Vilela Cardoso, o lula quer gastar menos, quem faz ele gastar mais do que arrecada é o centrão e a direita classificada por ele de corrupta, eles que roubam o dinheiro do povo e aumentam os gastos do governo honesto e responsável. Sim senhores, acreditem, é isso que ele escreveu e devemos respeitar. Sem piadas por favor.

    Responder

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