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Início / Notícias / Poder / Poder Entrevista / Autor do projeto, Mário Heringer defende quebra da patente do Mounjaro em entrevista ao Regionalzão
Poder Entrevista

Autor do projeto, Mário Heringer defende quebra da patente do Mounjaro em entrevista ao Regionalzão

Em entrevista ao Regionalzão durante visita ao Triângulo Mineiro, deputado afirma que acesso ao medicamento deve ser tratado como questão de saúde pública

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 16 de março de 2026, 15:14
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Durante visita a Ituiutaba, no Pontal do Triângulo Mineiro, na última sexta-feira, o deputado federal Mário Heringer(PDT) comentou ao Regionalzão um dos debates que vem ganhando força no Congresso Nacional: a possibilidade de quebra da patente do medicamento Mounjaro (tirzepatida), utilizado no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.

Em entrevista concedida durante agenda política em Ituiutaba, Heringer afirmou que o tema precisa ser tratado sob a perspectiva da saúde pública e não apenas pelo impacto econômico da indústria farmacêutica.

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“A obesidade é uma doença crônica grave e está ligada a mais de duzentas outras doenças. Esperar vinte anos para quebrar a patente de um medicamento como esse significa atrasar o tratamento de milhões de pessoas”, afirmou o deputado ao Regionalzão.

Segundo ele, a discussão sobre a flexibilização da patente envolve forte resistência da indústria farmacêutica, que atua para manter a exclusividade comercial do medicamento.

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“Existe um lobby muito forte das farmacêuticas. Mas precisamos olhar para o impacto disso na saúde pública e nos custos que o país paga quando essas doenças avançam”, disse.

Medicamento virou tema nacional

O Mounjaro tem ganhado destaque no Brasil e em outros países por apresentar resultados expressivos no controle da obesidade e na melhora de indicadores metabólicos.

Apesar da eficácia apontada por estudos clínicos, o custo do tratamento ainda é considerado elevado para grande parte da população. Atualmente, o medicamento pode custar milhares de reais por mês, o que limita o acesso a uma parcela restrita de pacientes.

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Para defensores da quebra de patente, permitir a produção de versões genéricas ou similares poderia ampliar o acesso ao tratamento e reduzir custos tanto para pacientes quanto para o sistema de saúde.

Impacto na saúde pública

Especialistas apontam que a obesidade está associada a mais de 200 doenças, incluindo hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (AVC).

Por isso, o tratamento da obesidade tem sido tratado cada vez mais como uma estratégia de prevenção em saúde pública.

Na avaliação de Heringer, ampliar o acesso a medicamentos eficazes pode reduzir gastos futuros com tratamentos de complicações graves.

“Quando você trata a obesidade, você reduz diabetes, reduz infarto, reduz AVC e uma série de outros problemas. Isso significa menos sofrimento para as pessoas e menos custo para o sistema de saúde”, afirmou.

Debate deve crescer no Congresso

O tema ainda deve gerar forte debate político no Congresso Nacional, especialmente diante da pressão de setores da indústria farmacêutica e da crescente demanda por tratamentos para obesidade.

Com o aumento dos casos da doença no Brasil, parlamentares e especialistas avaliam que a discussão sobre acesso a medicamentos inovadores deve ganhar cada vez mais espaço nas políticas públicas de saúde.


Coluna Poder • Conteúdo assinado por Adelino Júnior , jornalista e editor-chefe do Regionalzão, acompanhando os bastidores da política no Triângulo Mineiro.

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