O secretário de Estado de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro, afirmou que está pronto para defender freios institucionais ao Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada durante entrevista ao Regionalzão e chama atenção por trazer um tom mais cauteloso no debate institucional que envolve o papel do Senado e os limites entre os Poderes.
Segundo Aro, a discussão sobre o STF não pode ser conduzida com radicalismo ou improviso. “Estou pronto para colocar freios no STF. Esse é um debate que exige maturidade, responsabilidade e muito diálogo político”, afirmou.
A fala ocorre em meio ao aumento da pressão de setores da direita por medidas mais firmes contra decisões do Supremo, especialmente com foco no Senado Federal, que constitucionalmente tem prerrogativas de controle sobre a Corte.
Debate exige articulação política
Na avaliação de Marcelo Aro, o enfrentamento institucional não se resolve com discursos inflamados. Para ele, qualquer movimento nessa direção precisa ser construído com base em articulação política sólida e respeito às regras do jogo democrático.
“Não adianta gritar, não adianta fazer discurso vazio. Se não houver construção política, nada acontece”, disse.
O secretário destacou que o Senado é, por natureza, um espaço de negociação e composição, e que decisões sensíveis exigem maioria qualificada e ambiente político estável.
STF, Senado e equilíbrio institucional
Aro reconheceu que há questionamentos legítimos sobre o protagonismo do STF nos últimos anos, mas defendeu que o enfrentamento seja feito de forma técnica. “O Brasil precisa de equilíbrio entre os Poderes. Isso se constrói com serenidade, não com confronto permanente”, afirmou.
Segundo ele, antecipar embates sem base política suficiente pode gerar instabilidade institucional e afastar o foco dos problemas reais da população.
Leitura política do momento
Nos bastidores, a declaração de Aro é interpretada como um sinal de moderação e alinhamento ao discurso institucional do governo de Minas, que tem evitado confrontos diretos com o Judiciário.
A fala também dialoga com o perfil político que Aro vem construindo, voltado à articulação, ao diálogo e à construção de consensos — características que ele próprio aponta como essenciais para quem pretende disputar uma vaga no Senado.
Ao final da entrevista, o secretário reforçou que o debate institucional seguirá no tempo correto. “Tudo tem seu momento. O Brasil precisa de responsabilidade política”, concluiu.
Conteúdo faz parte da Coluna Poder, assinada por Adelino Júnior, que acompanha os bastidores da política no Triângulo Mineiro.
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O Secretário de Governo, esqueceu com sua vaidade, que sozinho não faz nada no congresso.
O nobre secretário quer uma mídia e conseguiu, até eu em sana consciência li e assisti os absurdos do nobre secretário.
Se estivesse no lugar dele ia começar a flertar com a iniciativa privada.
Como muitos que passaram por cargos públicos e quando o nobre secretário deixar a secretaria dificilmente será lembrado.
Que. É esse De Aro? Coitado sev ter FUMADO MACONHA ESTRAGADA..Delirando acha do que vai ser eleito pra algum cargo. Nem pra síndico de prédio mané. Pede o Chico Bento um emprego na ALFAZEMA. kkkkk Acorda Mané…