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Início / Notícias / Poder / “Quem fez rachadinha tem que ir pra cadeia”, diz Boulos sobre Janones
Poder

“Quem fez rachadinha tem que ir pra cadeia”, diz Boulos sobre Janones

Ministro admite gravidade do caso, mas volta a defender decisão no Conselho de Ética da Câmara

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 6 de abril de 2026, 5:00
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A declaração do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, sobre o deputado André Janones reacendeu um debate que parecia encerrado em Brasília. Em entrevista ao Podcast Três Irmãos, Boulos afirmou que, na visão dele, houve prática de rachadinha — e foi direto ao ponto.

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“Para mim, quem faz rachadinha tem que ser punido, tem que ir pra cadeia”, disse.

A fala tem peso político. Isso porque o próprio Boulos foi relator do caso no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados e apresentou parecer que acabou contribuindo para o arquivamento da representação contra Janones.

A defesa de um critério

Mesmo reconhecendo a gravidade do caso, Boulos sustentou a mesma linha adotada no relatório: a de que o Conselho de Ética não poderia julgar fatos anteriores ao mandato atual.

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Segundo ele, permitir a punição de Janones naquele contexto abriria margem para decisões com critérios distintos, dependendo do lado político.

“Se fez rachadinha, que a Justiça puna. Agora, não dá para usar dois pesos e duas medidas dentro da Câmara”, afirmou.

O argumento central do ministro é institucional. Para ele, caberia à Polícia Federal, ao Ministério Público e à Justiça tratar do caso — e não ao Conselho de Ética, quando os fatos ocorreram antes da legislatura vigente.

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O custo político da fala

A declaração, no entanto, produz um efeito imediato: reforça a narrativa dos adversários de que houve proteção política.

Isso porque Boulos deixa claro que, na visão pessoal dele, houve irregularidade. Ainda assim, defende a decisão que evitou uma punição política na Câmara.

Na prática, a fala desloca o debate. Sai da discussão sobre existência ou não de rachadinha — que ele praticamente assume — e passa a girar em torno de quem deveria punir e em qual esfera.

Bastidores

Nos bastidores, a leitura ganha um ingrediente extra: a fala de Boulos coloca pressão dentro do próprio campo governista. Isso porque ele é quadro do PSOL, hoje ministro do governo Lula, enquanto André Janones (Rede) é um dos principais apoiadores e cabos eleitorais do presidente no Congresso e nas redes.

Ao mesmo tempo, Boulos tenta blindar a coerência do seu parecer, sem assumir o custo de negar os fatos. Ao admitir a gravidade do caso, reforça o incômodo de parte do eleitorado com decisões políticas que não acompanham a percepção pública — e abre flanco para cobrança interna na base.

Em resumo, a fala resolve um problema — o de parecer complacente — mas cria outro: o de explicar por que, mesmo vendo erro, ajudou a evitar uma punição no campo político, inclusive entre aliados.

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