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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Poder > Uberlândia: restos a pagar que nada, agora o prefeito fala em dívida
Poder

Uberlândia: restos a pagar que nada, agora o prefeito fala em dívida

Primeira sessão do ano escancara mudança de discurso e acende alerta político

Adelino Júnior
Por
Adelino Júnior
Publicado 2 de fevereiro de 2026, 17:47
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Pela primeira vez desde que assumiu a Prefeitura de Uberlândia, o prefeito Paulo Sérgio (PP) deixou de lado o termo técnico “restos a pagar” e passou a usar, sem rodeios, a palavra dívida para se referir à situação financeira do município.

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A mudança ocorreu durante a abertura do Ano Legislativo de 2026, na Câmara Municipal, e não passou despercebida nos bastidores políticos.

Até aqui, o discurso oficial do governo sempre foi cuidadoso. “Restos a pagar” soava como herança administrativa, algo contábil, quase neutro. Ao assumir publicamente que herdou dívidas, o prefeito altera o enquadramento político do problema — e isso muda o jogo.

Quando o discurso muda, o bastidor ferve

Não se trata de detalhe semântico. Na política, palavras carregam intenções. Ao falar em dívida, Paulo Sérgio sinaliza que já não faz tanto esforço para suavizar o cenário encontrado na transição.

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Nos corredores da Câmara, a leitura é clara: o prefeito começa a preparar o terreno para um discurso mais duro, inclusive mirando a gestão anterior, comandada pelo ex-prefeito Odelmo Leão (PP).

Durante a sessão, ele reconheceu que 2025 foi um ano dedicado a “arrumar a casa” e pagar compromissos deixados, afirmando que o município assumiu o ano com capacidade de pagamento rebaixada, no nível C. A fala dialoga diretamente com o debate levantado por vereadores da oposição, que questionaram números, auditorias e a real situação do caixa municipal.

A diferença agora é que o Executivo não se limita mais à linguagem técnica. O problema passou a ter nome político.

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Base confortável, oposição em alerta

Com uma base ampliada no Legislativo, o prefeito falou em tom seguro. Agradeceu o apoio da Câmara, elogiou aliados e reforçou que os financiamentos aprovados permitiram destravar obras e investimentos.

Ao mesmo tempo, vereadores de oposição exploraram justamente o novo discurso. Para eles, chamar de dívida reforça a tese de que o cenário financeiro é mais grave do que o governo admitia até então.

“Quando o prefeito troca ‘restos a pagar’ por ‘dívida’, ele admite que o problema não é só contábil, é estrutural”, resumiu um vereador ouvido reservadamente pela coluna.

Um recado calculado

Nos bastidores, a avaliação é que Paulo Sérgio começa 2026 mais à vontade politicamente. Com obras anunciadas, recursos do PAC assegurados e novos financiamentos assinados, o prefeito parece disposto a assumir um discurso menos defensivo.

O uso da palavra dívida não foi improviso. Foi recado.

E, como todo recado bem dado, deixou a oposição atenta e a base confortável.

Um homem bem vestido de terno e gravata, falando em um microfone.
Foto: Regionalzão (prefeito de Uberlândia, Paulo Sérgio (PP)

Esse Conteúdo faz parte da Coluna Poder, assinada por Adelino Júnior, que acompanha os bastidores da política no Triângulo Mineiro.

Envie informações e sugestões à coluna pelo WhatsApp: (34) 99791-0994.

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