O ex-prefeito e professor Uberlândia Gilmar Machado (PT) tomou posse nesta terça-feira (15) como deputado federal por Minas Gerais. A cerimônia ocorreu às 10h30 em formato virtual diretamente com a mesa diretora da Câmara dos Deputados, em Brasília. Dessa forma, o político inicia o quinto mandato no Congresso Nacional após mudanças na composição partidária da bancada mineira.
A vaga na Câmara dos Deputados decorre de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O tribunal confirmou a perda do mandato do deputado Glaycon Franco por infidelidade partidária. Além disso, a cadeira já contava com vacância prévia após a nomeação de Odair Cunha para ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Como a Mesa Diretora publicou a perda do cargo na última segunda-feira (14), a Câmara convocou Gilmar Machado, que figurava como segundo suplente pela Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV).
Contexto da nomeação e prioridades declaradas
Durante o ato de posse, o parlamentar ressaltou que pretende concentrar esforços nas demandas dos municípios do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba.
“Volto à Câmara com mais experiência e com a mesma disposição de sempre: trabalhar pelas pessoas, pelos municípios, por Minas Gerais e pelo Brasil. Coloco novamente minha experiência a serviço da construção de políticas públicas e da busca por mais investimentos e oportunidades para o nosso estado”, afirmou o deputado.
De acordo com Machado, a nova etapa terá como foco a articulação de recursos para saúde, mobilidade, educação e infraestrutura regional.
Histórico na vida pública
Gilmar Machado possui formação em História pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Antes de retornar à Câmara Federal, ele exerceu dois mandatos como deputado estadual e quatro como deputado federal. Além disso, governou o município de Uberlândia entre os anos de 2013 e 2016, após vencer a eleição municipal no primeiro turno em 2012.
Ao longo de sua trajetória parlamentar, ele presidiu a Comissão Mista de Orçamento do Congresso e a Comissão de Educação. No Governo Federal, ocupou cargos de articulação institucional na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República até abril deste ano, quando se desincompatibilizou para disputar o atual calendário eleitoral.
