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Início / Notícias / Política / CPI em Uberlândia mira falhas na rede de proteção após novos casos de feminicídio
Política

CPI em Uberlândia mira falhas na rede de proteção após novos casos de feminicídio

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 16 de março de 2026, 12:26
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A Câmara Municipal de Uberlândia deu início, nesta segunda-feira (16), a uma ofensiva parlamentar para mapear as lacunas nas políticas públicas de combate à violência de gênero na cidade. Em sua segunda reunião oficial, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Feminicídio aprovou um plano de trabalho que prevê a devassa em dados policiais, orçamentários e no fluxo de atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade.

O encontro foi marcado pelo simbolismo e pelo luto. A presidente da comissão, vereadora Liza Prado (Cidadania), iniciou os trabalhos com um minuto de silêncio em memória de Ranielle, assassinada no último domingo (15). O crime expôs uma falha crítica no sistema de vigilância: o autor, ex-companheiro da vítima, havia deixado a prisão apenas três dias antes, após cumprir pena justamente por uma tentativa anterior de homicídio contra ela.

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Foto: Câmara de Uberlândia

Raio-X da Violência

Para subsidiar as investigações, a CPI aprovou uma série de requerimentos que buscam tirar a invisibilidade das estatísticas locais. Entre os principais pontos solicitados estão:

  • Mapa do Crime: Requisição à 9ª Região da Polícia Militar para identificar bairros com maior incidência de violência doméstica e a tipificação detalhada dos casos de 2024 e 2025.
  • Caminho do Dinheiro: Auditoria nos repasses da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social para organizações da sociedade civil e detalhamento das rubricas orçamentárias destinadas à proteção da mulher.
  • Fiscalização “In Loco”: Realização de visitas técnicas ao CIAM (Centro Integrado de Atendimento às Mulheres) e à Casa da Mulher para avaliar estruturas e gargalos no acolhimento.

Histórico de Omissões

Especialistas ouvidas pela comissão apontaram que o feminicídio é apenas o desfecho de um longo percurso de omissões. A professora Neiva Flávia de Oliveira, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), questionou o descumprimento de leis educacionais que deveriam tratar do tema nas escolas desde 2022.

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“É inadmissível que Uberlândia ainda mantenha o nome de um feminicida em sua praça principal”, afirmou Neiva, referindo-se à Praça Tubal Vilela. O homenageado assassinou a esposa, Rosalina Buccironi, em 1926. Para a docente, a manutenção da homenagem projeta uma imagem de tolerância institucional à violência.

Gargalos no Atendimento

Representantes de entidades de apoio, como o SOS Mulher e o SOS Ação Família, destacaram que a subnotificação e a falta de humanização no atendimento policial continuam sendo barreiras intransponíveis.

O município não possui estrutura adequada para atender demandas que envolvem violência doméstica e sexual contra crianças e adolescentes. As políticas estão baseadas em legislações do início dos anos 2000 que não contemplam a realidade atual”, alertou Suyanne Rodrigues, coordenadora do SOS Ação Família.

A CPI, que tem o vereador Elinho da Academia (Mobiliza) como relator e conta com as vereadoras Amanda Gondim (PSB) e Lia Valechi (União Brasil), agendou sua próxima reunião para o dia 26 de maio, às 9h. Até lá, o colegiado aguarda o envio da documentação por parte do Poder Executivo e das forças de segurança.

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