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Regionalzão – Maior portal do interior de Minas > Notícias > Política > Lula homologa Plano de Recuperação Fiscal para Minas, que avança no pagamento de dívida à União
Política

Lula homologa Plano de Recuperação Fiscal para Minas, que avança no pagamento de dívida à União

Carlos Cravinhos
Por
Carlos Cravinhos
Publicado 6 de janeiro de 2025, 12:33
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) homologou, nesta segunda-feira (6/1), o Plano de Recuperação Fiscal (RRF) proposto pelo governo de Romeu Zema (Novo).

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O despacho publicou-se no Diário Oficial da União (DOU) e determina que o regime especial de Minas Gerais terá vigência de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2033.

Atualmente, o Estado enfrenta uma dívida de cerca de R$ 165 bilhões com a União.

Aprovação do RRF e Pagamento das Parcelas

O Ministério da Fazenda já havia dado parecer favorável ao Plano de Recuperação Fiscal, que o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou em agosto de 2024.

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Naquela ocasião, determinou-se que os pagamentos das parcelas da dívida começariam em outubro de 2024, com base no regime a partir de 1º de agosto de 2024.

Desde então, o governo de Minas tem quitado parcelas mensais superiores a R$ 200 milhões.

Em 3 de janeiro de 2025, o governador Romeu Zema anunciou o pagamento da quarta parcela da dívida, no valor de R$ 303 milhões.

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Até o momento, o governo de Minas já pagou um total de R$ 1,1 bilhão da dívida pública.

Os pagamentos ocorreram nas seguintes parcelas: R$ 286,7 milhões (primeira), R$ 291,7 milhões (segunda), R$ 296,2 milhões (terceira) e R$ 303 milhões (quarta).

Propag

Em dezembro de 2024, o Senado aprovou o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).

A proposta, liderada pelo presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD), tem como objetivo equilibrar os débitos dos estados e substituir o Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

O Propag oferece condições mais favoráveis, como taxas de juros mais baixas e um prazo de pagamento de até 30 anos.

Além disso, permite a utilização de ativos e créditos para abater os juros.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, já manifestou sua intenção de aderir ao programa, que ainda precisa ser sancionado pelo presidente Lula.

O Propag também cria o Fundo de Equalização Federativa, que será financiado com parte dos pagamentos das dívidas estaduais.

Esse fundo tem como objetivo compensar os estados não endividados, direcionando recursos para ensino técnico profissionalizante e universidades públicas.

Dívidas Estaduais

Minas Gerais é um dos estados mais endividados do Brasil, com 90% das dívidas estaduais concentradas em Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

As dívidas estaduais com a União somam cerca de R$ 765 bilhões.

O Propag estabelece que os estados terão até 31 de dezembro de 2025 para aderir ao programa. Após a adesão e consolidação da dívida, os estados poderão optar por pagar uma entrada para reduzir os juros reais incidentes.

Os valores serão corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e os estados que aderirem ao programa terão que limitar o crescimento de suas despesas primárias de acordo com o arcabouço fiscal adotado pelo governo federal.

Críticas ao Sistema Atual

Após a aprovação do Propag, o governador Romeu Zema enfatizou que o principal problema das dívidas estaduais são os altos juros.

Segundo o governador, “o Propag resolve o principal problema, que são os juros. Ao longo do tempo, essa parcela devida à União somou valores, e um percentual passou a comprometer a receita do Estado, tornando-se insustentável.

É como alguém que faz um financiamento da casa própria: começa pagando 10% do salário e, daqui a 20 anos, está pagando 50%, inviabilizando totalmente a sua vida. O que aconteceu nesses últimos 30 anos com esses estados foi exatamente isso”.

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