Regionalzão NotíciasRegionalzão NotíciasRegionalzão Notícias
  • ÚLTIMAS
  • PODER
  • ECONOMIA
  • OCORRÊNCIAS
  • O QUE FAZER UBERLÂNDIA
  • PARCEIROS
    • CONFIANÇA ALIMENTOSCONFIANÇA ALIMENTOS
    • CAMARUCAMARU
    • DIVINO COZINHADIVINO COZINHA
    • FEMECFEMEC
    • FIEMGFIEMG
    • INCONEWINCONEW
    • UNIPACUNIPAC
    • LEAL SUPERMERCADOSLEAL SUPERMERCADOS
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Regionalzão NotíciasRegionalzão Notícias
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Uberaba
  • Ituiutaba
  • Araguari
Buscar...
  • ÚLTIMAS
  • PODER
  • ECONOMIA
  • OCORRÊNCIAS
  • O QUE FAZER UBERLÂNDIA
  • PARCEIROS
    • CONFIANÇA ALIMENTOSCONFIANÇA ALIMENTOS
    • CAMARUCAMARU
    • DIVINO COZINHADIVINO COZINHA
    • FEMECFEMEC
    • FIEMGFIEMG
    • INCONEWINCONEW
    • UNIPACUNIPAC
    • LEAL SUPERMERCADOSLEAL SUPERMERCADOS
  • CONTATO
    • FALE CONOSCO
    • ANUNCIE
    • SOBRE O REGIONALZÃO
Siga-nos
  • Últimas
  • Uberlândia
  • Uberaba
  • Ituiutaba
  • Araguari
© [2024] Regionalzão Notícias. Todos os direitos reservados.
- ANÚNCIO -
Regionalzão Notícias > Notícias > Política > MG aprova concessão de terras públicas a empresas estrangeiras
Política

MG aprova concessão de terras públicas a empresas estrangeiras

PEC que permite cessão de uso de áreas públicas para companhias com controle estrangeiro avança na ALMG com votação unânime e segue para sanção do governador Romeu Zema.

Eloi Naves
Por
Eloi Naves
Publicado 26 de novembro de 2025, 6:00
Compartilhar

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição 58 de 2025, que libera a concessão de uso de terras públicas estaduais para empresas controladas por grupos estrangeiros. A proposta passou com 50 votos favoráveis e nenhum contrário, em uma demonstração de raro consenso entre as lideranças da Casa.

ANÚNCIO

A medida altera o artigo 13 da Constituição mineira, que até então proibia a cessão de áreas públicas a empresas com participação majoritária de capital estrangeiro. Com a mudança, essas companhias poderão firmar contratos de uso com o governo, desde que cumpram contrapartidas estabelecidas e se comprometam a investir no Estado.

O objetivo central é destravar projetos considerados estratégicos para Minas Gerais, principalmente nas áreas de mineração de terras raras, energia, inovação tecnológica e cadeias industriais de maior valor agregado. Atualmente, empresas estrangeiras enfrentam restrições constitucionais que impedem sua instalação em terrenos estaduais, o que é apontado como um entrave para investimentos relevantes no Estado.

O presidente da ALMG, Tadeu Leite, afirmou que a mudança abre caminho para um novo ciclo de desenvolvimento, com geração de empregos, aumento de arrecadação e fortalecimento da competitividade mineira. Ele também destacou que não há risco de perda patrimonial para o Estado, já que a venda ou transferência definitiva das áreas continua proibida.

ANÚNCIO

Como funcionará o novo modelo

Com a PEC, o Estado poderá conceder terras públicas para uso de empresas estrangeiras dentro de um modelo que prevê contrapartidas claras. Entre os principais pontos estão:

• Obrigatoriedade de investimentos e cumprimento de obrigações contratuais.

• Manutenção da propriedade do terreno com o Estado.

ANÚNCIO

• Fiscalização permanente do uso da área e da execução dos projetos.

• Definição de editais, prazos e critérios que ainda serão regulamentados pelo Executivo.

Os contratos serão detalhados posteriormente pelo governo, que deverá estabelecer regras para disputa, seleção e acompanhamento das concessões.

Próximos passos

Após a aprovação pela ALMG, o texto segue agora para análise do governador Romeu Zema, que poderá sancionar ou vetar a alteração constitucional. A expectativa é de que o governo dê aval à mudança, já que ela integra a estratégia estadual de atração de investimentos internacionais.

A regulamentação posterior, por meio de decretos e resoluções, vai definir como as empresas interessadas poderão se habilitar e quais requisitos deverão atender.

Debate deve continuar

Apesar da aprovação unânime, o tema deve continuar sendo discutido por setores da sociedade. Entidades ambientais e representantes do campo pedem que haja critérios rígidos para evitar riscos sociais, ambientais e de concentração territorial. A ALMG indicou que normas complementares poderão ser debatidas futuramente para tornar o processo mais seguro e transparente.

Compartilhe este artigo
Facebook Whatsapp Whatsapp
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ANÚNCIO

Leia também:

CPMI do INSS: Zema Financeira faturou R$ 200 milhões em empréstimos consignados

Adelino Júnior
Adelino Júnior
6 de dezembro de 2025, 15:24
Romeu Zema, governador de MG, em visita a Uberlândia

Romeu Zema é convocado pela CPMI do INSS; assessoria vê oportunidade de exposição nacional

Eloi Naves
Eloi Naves
4 de dezembro de 2025, 14:34

STF condena organizadoras do Triângulo Mineiro por caravana dos atos de 8 de janeiro

Jornalista TaináAdelino Júnior
Tainá Camila
Adelino Júnior
4 de dezembro de 2025, 10:12
- ANÚNCIO -
Bem-vindo de volta!

Conecte-se à sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?